quarta-feira, 1 de abril de 2020

Mulher de 26 anos morre após sofrer acidente nas imediações do Assaí, em Garanhuns


Uma mulher morreu vítima de acidente de trânsito no início da tarde desta terça-feira (31/03), na PE-177, nas imediações da casa de Eventos Metroplaza, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. 

Analice Ferreira da Silva, de 26 anos, conduzia um veículo Ford Fiesta, cor cinza, quando, por motivo ignorado, perdeu o controle e bateu em um caminhão frigorífico. Analice chegou a ser socorrida para a emergência do Hospital Regional Dom Moura,mas faleceu naquela unidade hospitalar. 

O socorro foi feito poe equipes do Samu e Corpo de Bombeiros de Garanhuns. O corpo foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.



Com informações do Portal Agreste Violento http://www.portalagresteviolento.com.br/

GRATIFICAÇÕES DE SERVIDORES DE EFETIVOS TAMBÉM FORAM REDUZIDAS: Prefeito Izaías reduz salários e dá exemplo aos demais Servidores Municipais

Não foi só o salário do prefeito, do vice e dos secretários municipais de Garanhuns que sofreu uma redução por conta da crise desencadeada pelo novo coronavírus.  No mesmo decreto que reduziu o salário do chefe do executivo e seu alto escalão foi publicada a redução, também em 30%, dos salários dos cargos comissionados, incluindo as autarquias municipais; com exceção para cargos da Saúde, AMSTT e Assistência Social.

Também foi reduzidas  em 100% (cem por cento) as gratificações concedidas aos servidores efetivos, excetuando as atividades da saúde, assistência social e AMSTT . A redução das gratificações nos cargos das autarquias municipais, com exceção das atividades da AMSTT foi de 50%. As demais exceções, devem ser comunicadas diretamente por cada secretário municipal à Secretaria de Administração até o dia 10 de cada mês.

Com informações do Portal V&C Garanhuns

REPENSANDO: Em novo pronunciamento, Bolsonaro volta a igualar empregos e vidas

Bolsonaro afirmou que "temos que evitar ao máximo qualquer perda de vidas humanas", mas disse que "ao mesmo tempo, devemos evitar a destruição de empregos, que já vem trazendo muito sofrimento para os trabalhadores brasileiros".

Yuri Gripas / Reuters
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a distorcer declaração do diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, para embasar seu discurso de equiparação do salvamento de empregos ao de vidas diante da pandemia do coronavírus.

"Temos uma missão: salvar vidas sem deixar para trás os empregos. [...] Por outro, temos que combater o desemprego. Vamos cumprir esta missão ao mesmo tempo que cuidamos da saúde das pessoas", disse Bolsonaro em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV na noite desta terça-feira (31).

No entanto, Bolsonaro tirou de contexto a fala de Tedros Adhanom Ghebreyesu. A frase completa de Tedros é: "Cada indivíduo é importante, cada indivíduo é afetado pelas nossas ações. Qualquer país pode ter trabalhadores que precisam trabalhar para ter o pão de cada dia. Isso precisa ser levado em conta".

Bolsonaro afirmou que "temos que evitar ao máximo qualquer perda de vidas humanas", mas disse que "ao mesmo tempo, devemos evitar a destruição de empregos, que já vem trazendo muito sofrimento para os trabalhadores brasileiros".

No pronunciamento, Bolsonaro mudou o tom que vinha adotando em relação ao coronavírus, pandemia à qual já se referiu como "uma gripezinha". Nesta terça, disse que "estamos diante do maior desafio da nossa geração".

O presidente, que já defendeu o uso da hidroxicloroquina para o combate à Covid-19, inclusive aparecendo com caixas do medicamento na mão, admitiu que "ainda não existe vacina contra ele ou remédio com eficiência comprovada".

Bolsonaro elencou medidas anunciadas pelo governo tanto na saúde como na economia. "Temos uma missão: salvar vidas sem deixar para trás os empregos. Por um lado, temos que ter cautela e precaução com todos, principalmente junto aos mais idosos e portadores de doenças pré-existentes. Por outro, temos que combater o desemprego, que cresce rapidamente, em especial entre os mais pobres. Vamos cumprir esta missão. Ao mesmo tempo em que cuidamos da saúde das pessoas", disse.

Esta é a quarta vez que o presidente chama o sistema de rádio e TV para falar do novo coronavírus.

Na última ocasião, na terça-feira (24) da semana passada, ele foi incisivo nas críticas ao distanciamento social e ao isolamento da população, recomendados por autoridades sanitárias, entre elas o próprio Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial de Saúde).

O discurso aprofundou a crise no país, causou perplexidade em associações médicas, estimulou panelaços contra o presidente e ampliou o seu isolamento político.

No sábado (28), em reunião no Palácio da Alvorada, ministros fizeram um apelo para que Bolsonaro alinhasse suas falas às orientações técnicas do Ministério da Saúde, que aposta no recolhimento como estratégia para frear o avanço da Covid-19 e, com isso, evitar um colapso do sistema de atendimento.

No dia seguinte, contudo, ele fez giro pelo comércio de Brasília, provocando aglomerações, e defendeu que parte das pessoas saia às ruas para trabalhar, como fazia antes. Disse ainda que cogita editar norma liberando atividades país afora.

"Eu estou com vontade, não sei se eu vou fazer, de baixar um decreto amanhã: toda e qualquer profissão legalmente existente ou aquela que é voltada para a informalidade, se for necessária para levar o sustento para os seus filhos, para levar leite para seus filhos, para levar arroz e feijão para casa, vai poder trabalhar", afirmou.

Twitter, Facebook e Instagram apagaram das contas do presidente posts do passeio dominical por entender que eles estimulavam a desinformação e poderiam causar danos à coletividade. Foi a primeira vez que isso ocorreu com um mandatário brasileiro.

Apesar das falas do presidente, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, manteve o tom conciliador e reiterou as orientações de sua pasta. As evidentes divergências com o discurso do mandatário geram incertezas sobre sua permanência no cargo.

Conforme mostrou o jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira, no entanto, o discurso do presidente estimulou um movimento dentro do próprio governo em apoio a Mandetta.

Os ministros Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia) uniram-se nos bastidores ao chefe da Saúde, em defesa de sua estratégia de combate ao vírus, assim como fizeram representantes da ala militar.

Em entrevista publicada pela Folha de S.Paulo no domingo, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, interlocutor desse segmento, disse que a crise do coronavírus é séria e indicou falhas na coordenação de combate à doença.

As posições de Bolsonaro também o distanciaram das cúpulas do Legislativo e do Judiciário. Nesta segunda-feira (30), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, ressaltou a necessidade de isolamento social.

No pronunciamento da semana passada, o presidente criticou o fechamento de escolas e do comércio para combater a epidemia, atacou governadores e culpou a imprensa pelo que considera clima de histeria instalado no país.

Na ocasião, ele defendeu o isolamento vertical, ou seja, apenas de quem integra os grupos de risco, como idosos e portadores de comorbidades, para enfrentar a pandemia.

Segundo especialistas, essa estratégia é ineficiente, pois não há como evitar o contato dos mais vulneráveis com outras pessoas que, saindo às ruas, se expõem ao contágio e passam a ser vetores da doença.

"O que se passa no mundo mostra que o grupo de risco é de pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas?", questionou Bolsonaro. "Raros são os casos fatais, de pessoas sãs, com menos de 40 anos de idade."

As declarações se deram após o presidente receber pressões do empresariado, especialmente o do varejo, que o avisou de demissões em massa no setor.

Bolsonaro disse que desde o início da crise o governo se preocupou em conter o pânico e minimizou a gravidade da Covid-19 ao compará-la a uma "gripezinha" ou um "resfriadinho".

Congressistas, governadores e entidades de saúde reagiram com indignação às declarações. No pronunciamento, Bolsonaro alegou que "grande parte dos meios de comunicação foram na contramão" do governo e "espalharam a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o grande número de vítimas na Itália".

Argumentou que o país europeu tem características distintas das do Brasil, e que o cenário foi "potencializado pela mídia para que histeria se espalhasse". O presidente disse também que "nossa vida tem que continuar" e os empregos precisam "ser mantidos". "O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos, sim, voltar à normalidade", afirmou.

De forma quase simultânea, a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência) lançou nas redes sociais campanha com o mote "O Brasil não pode parar", dias depois proibida pela Justiça ante a possibilidade de prejudicar o esforço de saúde pública.

O presidente também atacou governadores e disse que eles precisam "abandonar o conceito de terra arrasada", com a proibição de transporte, o fechamento de comércio e o que chamou de confinamento em massa.

Apesar de ter pregado a volta à normalidade, contrariando orientações de especialistas, Bolsonaro disse que é preciso se preocupar com a contaminação do vírus.

Ele concluiu dizendo que, se ele fosse infectado, por seu histórico de "atleta", não deveria temer a doença.O presidente tem feito recorrentes manifestações contra medidas recomendadas por autoridades sanitárias, mas, nas duas primeiras aparições em cadeia de rádio e TV para falar do coronavírus, seu discurso havia sido mais comedido.

Em 6 de março, disse que o país havia reforçado seus sistemas de vigilância sanitária em portos e aeroportos, como preparação para o avanço do Covid-19.

Em 12 de março, sugeriu que seus apoiadores não comparecessem a atos de rua planejados para o domingo seguinte, 15 de março. A justificativa era que aglomerações poderiam facilitar a transmissão da doença.

O presidente, no entanto, descumpriu sua própria orientação e, no dia programado para as manifestações, se juntou a simpatizantes em frente à rampa do Palácio do Planalto. Na ocasião, ele tocou as pessoas, as cumprimentou e posou para selfies.

Bolsonaro mudou tom sobre pandemia após conversa com Villas Bôas

Na fala de quase oito minutos, o presidente deu maior equivalência à preservação de "vidas e empregos"


Reuters
FOLHAPRESS- A mudança de tom do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em seu pronunciamento nesta terça-feira (31) ocorreu após conversa com o ex-comandante do Exército general Villas Bôas e ministros militares e da área jurídica.

Na fala de quase oito minutos, o presidente deu maior equivalência à preservação de "vidas e empregos", divergindo do que afirmou na semana passada, quando estimulou a retomada das atividades no país e propôs o isolamento apenas a grupos de risco.

Bolsonaro procurou o general na segunda-feira (30), numa tentativa de resgatar o apoio dos militares. Ele vinha se sentindo isolado em seu posicionamento nas medidas de combate à pandemia do novo coronavírus.

Nos últimos dias, dois ministros com alta popularidade, Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia), se distanciaram do presidente e passaram a apoiar a fala do titular da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na defesa do isolamento social.

Segundo relatos feitos à reportagem, a conversa entre Bolsonaro e o ex-comandante do Exército foi decisiva para a mudança de postura. O presidente costuma se aconselhar com Villas Bôas, visto como uma figura de autoridade nas Forças Armadas.

Os militares ficaram incomodados com as críticas feitas pelo presidente a medidas de isolamento e distanciamento social.

Ele vinha fazendo apelos para que as pessoas voltassem às ruas, na contramão do que orientam o Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial da Saúde).

O texto lido pelo presidente é resultado de um trabalho feito de forma conjunta com ministros militares, como Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura). Além dos juristas Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), André Mendonça (AGU) e Wagner Rosário (CGU).

Diferentemente do que ocorreu na última semana, quando houve uma radicalização da fala do presidente no pronunciamento, os filhos tiveram um papel secundário na formulação do texto.Desde o último sábado (28), esse mesmo grupo de ministros vinha tentando -com apoio do STF (Supremo Tribunal Federal) e do Congresso- fazer uma contenção de danos nas ações e declarações de Bolsonaro.

Eles defendiam que o presidente adotasse uma postura mais harmônica em suas declarações com as ações adotadas pelo próprio governo.Naquele mesmo dia, o grupo conseguiu demover o presidente de um pronunciamento em cadeia nacional que ele pretendia fazer durante o fim de semana. Seria o segundo em menos de uma semana.

Coube a eles organizar um café da manhã entre Bolsonaro e o ministro Gilmar Mendes, do STF.Do magistrado, que foi advogado-geral da União no governo Fernando Henrique Cardoso, o presidente ouviu que era preciso chamar os outros Poderes para obter sucesso na contenção da crise. Gilmar alertou ainda para a necessidade de um trabalho unificado com os estados e os municípios.Na conversa, o presidente insistiu que estava preocupado com o aumento do desemprego no país e com a perda de renda dos brasileiros, citando os informais. Ele mencionou sua intenção de editar um decreto para obrigar o funcionamento do comércio de todo país.

Em resposta, ouviu do ministro que a medida não teria efeito, já que a sociedade não voltaria automaticamente para as ruas, com medo da dispersão do vírus. Gilmar alertou ainda que o descumprimento por parte do Executivo das orientações técnicas médicas poderia levar a uma série de derrotas no Judiciário, incluindo o Supremo.

Apesar do esforço do sábado, o acordo firmado entre os ministros e Bolsonaro não durou 24 horas. Ele saiu na manhã de domingo (29) para visitar comércio do Distrito Federal, levando a uma frustração de seus auxiliares.

Mesmo que tenha aceitado diminuir o tom nesta terça, a postura de Bolsonaro no decorrer da crise é imprevisível. Seus auxiliares veem com reserva essa mudança de comportamento, devido ao estilo intempestivo do presidente.

Apesar das inflexões, ele voltou a usar declarações do diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, para sustentar tese que equipara o salvamento de vidas ao de empregos.

O presidente citou trechos de entrevista do chefe da entidade na véspera, na qual enfatizava que os governos devem ter preocupação com os mais pobres durante a pandemia.Ghebreyesus reiterou a importância do confinamento para a prevenção do coronavírus e disse que os países que adotarem quarentena como uma das formas de conter a disseminação do devem respeitar a dignidade e o bem-estar dos cidadãos.

Bolsonaro afirmou ainda que "temos que evitar ao máximo qualquer perda de vidas humanas", mas acrescentou que "ao mesmo tempo, devemos evitar a destruição de empregos, que já vem trazendo muito sofrimento para os trabalhadores brasileiros".No pronunciamento, o presidente mudou o tom que vinha adotando em relação à Covid-19, que já chamou de "uma gripezinha".

Nesta terça, disse que "estamos diante do maior desafio da nossa geração".O presidente, que já defendeu o uso da hidroxicloroquina para o combate à doença, inclusive aparecendo com caixas do medicamento na mão, admitiu que "ainda não existe vacina contra ele ou remédio com eficiência cientificamente comprovada".

Ele também apontou as medidas anunciadas pelo governo tanto na saúde quanto na área econômica.

Quantas pessoas deixo de infectar com distanciamento social?

Veja como calcular a quantidade de pessoas você pode deixar de infectar caso adote o isolamento social

DR
Para cientistas e médicos a opinião é unânime: o distanciamento social é uma das medidas mais eficazes para contrariar a pandemia do novo coronavírus, que causa a doença da Covid-19.

De acordo com um estudo que foi divulgado recentemente a junção de medidas como o distanciamento social, quarentena, fecho imediato de escolas e de estabelecimentos comerciais e trabalhar a partir de casa casa têm a capacidade de diminuir o número de infecções em até 99,3%. 

A verdade é que de modo a impedir a proliferação do vírus é fundamental que a sociedade se una e que cada um faça a sua parte. Sendo que quantas mais pessoas optem pelo distanciamento social e autoisolamento maior é a probabilidade de 'achatar a curva' de doentes infectados com Covid-19.

Nesse sentido e de modo a demonstrar o impacto dessa decisão individual, encoranjando-a ainda mais, uma equipe de matemáticos criou uma calculadora online que estima quantas pessoas cada indivíduo poderia deixar de infectar ao evitar sair de casa durante a pandemia ou somente ao manter a distância de um metro entre si e outras pessoas quando sai de casa. 

"A ideia é simular vários surtos de doenças e verificar como mudanças em parâmetros mudam o andamento médio da pandemia", afirma Anna Szczepanek, PhD em matemática da Universidade Jagiellonian, na Polônia, ao site IFL Science. A cientista desenvolveu a calculadora juntamente com o médico Dominik Czernia.

"Regra geral, o modelo criado por nós funciona para qualquer doença contagiosa, mas os parâmetros iniciais foram escolhidos especificamente para a Covid-19", explica Szczepanek. O desenvolvimento da calculadora única foi baseada num estudo conduzido por um grupo de pesquisa do Centro de Modelos Matemáticos sobre Doenças Infecciosas da Universidade de Londres, no Reino Unido.

Guedes e Moro reforçam importância de isolamento

O posicionamento dos dois foi evidenciado no novo modelo de entrevistas adotado pelo governo para a divulgação de informações relativas à Covid-19.

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em oposição ao discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os ministros Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça) reforçaram nesta terça-feira (31) a importância do isolamento social como forma de conter a disseminação do coronavírus.

O posicionamento dos dois foi evidenciado no novo modelo de entrevistas adotado pelo governo para a divulgação de informações relativas à Covid-19. Para ofuscar o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Bolsonaro transferiu as conferências de imprensa do Ministério da Saúde para o Palácio do Planalto, com a participação de outros ministros.

Quando os ministros foram questionados sobre o que pensavam do isolamento social, o chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto, se antecipou e respondeu por todos. "Os ministros concordam com posição do Mandetta."

Ainda na entrevista, o ministro Paulo Guedes disse estar seguindo as orientações do Ministério da Saúde."Nós fomos atingidos por essa onda. Essa onda é da maior gravidade, daí o nosso estado de calamidade pública. Nós estamos sob orientação do ministro Mandetta, então, estamos em isolamento oficialmente. Porém, é perfeitamente válido que o presidente dê um alerta", disse Guedes.

O ministro da Economia também disse que a prioridade é a saúde das pessoas e afirmou mais de uma vez que "nenhum brasileiro será deixado para trás" e que está trabalhando " muito próximo ao ministro Mandetta".

"O Mandetta está administrando esta primeira onda. São duas ondas. O presidente tem chamado a atenção também para o perigo da segunda onda [do desemprego]. Esta primeira onda é uma onda de saúde, já invadiu o Brasil. O Mandetta está com um plano de combate bastante bem definido", afirmou Guedes.

Já Sergio Moro defendeu que o isolamento social é justamente um dos fatores que têm evitado que o coronavírus chegue aos presídios brasileiros até agora. "Há um ambiente de relativa segurança para o sistema prisional em relação ao coronavírus, pela própria condição dos presos de estarem isolados da sociedade", afirmou Moro, acrescentando que a situação não é "muito diferente das restrições a que os cidadãos brasileiros estão sendo submetidos".


Conforme o jornal Folha de S.Paulo revelou nesta terça, nos bastidores, os dois ministros já vinham defendendo a manutenção das medidas de distanciamento social e isolamento da população no combate à pandemia, num movimento antagônico ao de Bolsonaro, que vem reiteradamente defendendo o fim da quarentena para minimizar os efeitos econômicos do fechamento do comércio.

Com isso, o isolamento político do chefe da República aumenta diante do apoio que Mandetta já tem da cúpula do Legislativo e do Judiciário. O ministro da Saúde voltou a frisar a necessidade de manter o "máximo de distanciamento social".

"Vamos fazer o máximo de distanciamento social, máximo de distanciamento dentro das nossas residências, de home working. Se acharmos que está alta, diminui um pouco. Se achar que está tranquilo, volta a andar", disse Mandetta.

A relação entre o ministro e Bolsonaro vem numa escalada de tensão e subiu mais um nível no domingo (29), quando o presidente resolveu dar um passeio pela periferia do Distrito Federal, contrariando todas as orientações do Ministério da Saúde.

Na noite desta terça, na porta do Palácio da Alvorada, onde parou para cumprimentar eleitores, Bolsonaro indicou que Mandetta deve ser mantido no cargo. "Comigo ninguém vai viver sob tensão. Está bem o Mandetta", respondeu o presidente ao ser perguntado sobre a manutenção do ministro no cargo.


A resposta de Bolsonaro faz referencia a uma declaração de Mandetta, feita na segunda-feira (30). Ele disse que as "tensões" são normais no governo diante do tamanho da atual crise de saúde. Nos últimos dias, Moro mostrou a pessoas próximas sua insatisfação com as recentes atitudes do presidente, como o tour feito no fim de semana.

Aliados vinham relatando que Moro se disse indignado com a decisão de Bolsonaro de romper o acordo feito, no sábado (28), com ele e com outros ministros no sentido de buscar um discurso afinado sobre a pandemia.

Nas redes sociais, Moro disse estar em "autoisolamento" no último fim de semana.

Já Guedes disse publicamente, em duas ocasiões, que não vê motivos para que o país coloque fim ao isolamento, sempre sinalizando em aceno a Mandetta.

Em conversas com prefeitos e investidores, o chefe da economia disse que, como pessoa, preferia ficar em casa. A declaração dele enfraquece a tese defendida por Bolsonaro de que é necessário retomar o funcionamento do país para que a crise econômica não se torne mais aguda.

Diante do isolamento cada vez mais evidente, Bolsonaro tem se apoiado nos filhos, na ala mais ideológica e no diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antônio Barra Torres, além do ex-ministro Osmar Terra, que é médico e foi demitido do Ministério da Cidadania em fevereiro deste ano.

Bolsonaro é alvo do 15º panelaço, em meio a novo pronunciamento na TV

Os protestos desse tipo se tornaram uma marca da queda da popularidade de Bolsonaro por ocorrerem em bairros de classe média e alta nos quais ele foi bem votado nas eleições de 2018.

Reuters
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pelo 15º dia seguido, o presidente Jair Bolsonaro foi alvo de panelaços em capitais pelo país, desta vez durante seu pronunciamento em rede nacional de TV, na noite desta terça-feira (31).

Os protestos em janelas de apartamentos aconteceram em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre.

Panelaços já eram registrados no centro de São Paulo desde antes do pronunciamento. Quando a fala do presidente começou, houve protestos nos bairros de Pompeia, Aclimação, Bela Vista, Consolação, São Judas, Perdizes e Santa Cecília. Em Pinheiros, na zona oeste da capital, houve sirenes, além dos gritos e do som de panelas.

No Rio de Janeiro, houve panelaço em Laranjeiras. No bairro, também houve gritos esparsos de apoio a Bolsonaro. Também houve protestos em Salvador, Curitiba e Recife.

Os panelaços foram mais fortes do que os dos últimos dias. Houve gritos de "fora", de "fascista" e de "genocida". Algumas pessoas respondia, de forma mais fraca, "mito".

Esse movimento contra o presidente começaram no último dia 17 e coincidem com o início da fase mais aguda das medidas de quarentena pelo país contra o novo coronavírus.

O presidente tem adotado um tom de minimizar os riscos da Covid-19, que já matou mais de 200 pessoas pelo país, e se referiu à doença como "gripezinha", "resfriadinho" e "neurose".

Ele defende a reabertura das atividades comerciais e escolas pelo país, posição sobre a qual tem entrado em conflito com governadores. Pesquisa do Datafolha, feita entre os dias 18 e 20, mostrou apoio majoritário às medidas de restrição pelo Brasil.

Os protestos desse tipo se tornaram uma marca da queda da popularidade de Bolsonaro por ocorrerem em bairros de classe média e alta nos quais ele foi bem votado nas eleições de 2018.

Em 2015, os panelaços tinham sido um símbolo da insatisfação com a então presidente Dilma Rousseff, que sofreu impeachment no ano seguinte.

Sesc suspende temporariamente pagamentos de mensalidades das atividades

Usuários não terão prejuízos e conteúdos serão cumpridos após o fim do isolamento social

Neste período de isolamento social, devido à pandemia do coronavírus, o Sesc em Pernambuco suspendeu as atividades até o dia 15 de abril. Durante esse período, o pagamento das mensalidades das atividades também estará suspenso até a retomada das atividades. A medida é válida para os cursos de cultura, esportes e academia. O crédito dos dias já pagos será compensado com a prorrogação do prazo associado à oferta do serviço.

Sobre os cursos de educação, o Sesc informa que o pagamento das mensalidades da Educação Infantil, Ensino Fundamental e cursos complementares, como Pré-Enem, Inglês, Robótica e Informática, também só será retomado com o retorno das aulas, e não haverá cobrança de multas e juros. A carga horária anual será cumprida com reposição dos conteúdos. O Sesc tem à disposição o e-mail faleconosco@sescpe.com.br para dúvidas e informações.

Sesc – O Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 23 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo, e o Centro de Produção Cultural, Tecnologia e Negócios do Sesc, em Garanhuns. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

Senac EAD disponibiliza novas vagas em 20 cursos gratuitos a distância

Instituição oferece 40 mil novas vagas em cursos de Educação, Gastronomia, Gestão, Hospitalidade, Informática, Moda e Saúde

O  Senac EAD (www.ead.senac.br) disponibiliza, gratuitamente, a partir desta semana, 40 mil novas vagas em 20 cursos a distância, entre extensão universitária e livres. Na iniciativa também estão disponíveis vídeos com temáticas variadas. As formações contam com certificado válido em todo o território nacional. Na última semana, já foram oferecidas 24 mil vagas que se esgotaram rapidamente. A iniciativa reforça que a educação é um dos principais meios para o desenvolvimento da comunidade e que deve ser contínua, mesmo que em casa, considerando o cenário de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19 (novo Coronavírus).

Os cursos disponíveis estão concentrados em três áreas, sendo elas: Educação, Gestão e Saúde para a modalidade extensão universitária. Já os cursos livres são variados, passando por Administração do TempoDesenvolvimento de EquipeEstilo e Imagem PessoalAproveitamento Integral de Alimentos, entre outros. A abordagem didática conta com recursos multimídia em formatos variados e textos disponibilizados offline e para impressão, videoaulas, materiais interativos e atividades avaliativas.

As inscrições para os cursos podem ser realizadas pelo site do Senac EAD (www.ead.senac.br). Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ead@pe.senac.br ou pelos telefones (81) 3413.6728/6729/6730.

Sobre o Senac EAD
Com mais de 70 anos de atuação em educação profissional, o Senac foi pioneiro no ensino a distância no Brasil. A primeira experiência nesta modalidade se deu em 1947 com a Universidade do Ar, em parceria com o Sesc, que ministrava cursos por meio do rádio.
Hoje, a instituição oferece um amplo portfólio de cursos livres, técnicos, de graduação, pós-graduação e extensão a distância, atendendo todo o Brasil e apoiados por mais de 340 polos presenciais para pós-graduação e mais de 300 para graduação.
Acesse a programação completa de cursos do Senac EAD em www.ead.senac.br. Há também uma programação diversificada de cursos presenciais que pode ser conferida em www.senac.br.


Serviço
Confira a lista completa, disponibilizada gratuitamente pelo Senac EAD (www.ead.senac.br):

Educação
Docência e mediação pedagógica online
Elaboração de materiais didáticos com recursos tecnológicos Produção de Conteúdos para EAD

Gestão
Estratégias de Negociação Internacional
Gestão das Potencialidades Humanas e Avaliação de Desempenho
Logística Internacional e Operações Globais
Primeiros Passos para empreender
Planejamento Estratégico Orientado ao Setor Público
Supply Chain Management

Saúde
Envelhecimento Cerebral e Saúde Mental na Velhice

Cursos Livres
Administração do Tempo
Aproveitamento Integral de Alimentos
Congelamento de Alimentos
Desenvolvimento de Equipe
Estilo e Imagem Pessoal
Finanças Pessoais – planejamento e controle
Fundamentos para o Relacionamento Interpessoal
Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
Líder Coach
Planejamento e Organização de Eventos Sociais

Funcionamento das Feiras Livres em Garanhuns

A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente (SDRMA), informa sobre o funcionamento das feiras livres no município, a partir desta semana, com nova formatação, visando atender às medidas preventivas ao contágio da Covid-19, bem como o abastecimento da população de Garanhuns.
A partir desta quinta (02), com a feira localizada na avenida Oliveira Lima, no bairro Heliópolis, as atividades serão retomadas de forma gradual. De acordo com os padrões de higienização estabelecidos pelos órgãos de referência na área de saúde, bem como as recomendações do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), e as normas expedidas pelo Governo Municipal, por meio de decretos oficiais.
Todas as feiras serão fiscalizadas permanentemente, da mesma forma que o cumprimento das normas sanitárias por parte dos feirantes e consumidores. Profissionais da Vigilância Sanitária do município e da empresa concessionária de serviços nas feiras livres serão responsáveis pela fiscalização; visando evitar também aglomerações desnecessárias nos espaços.
Será estabelecido ainda um limite de dois metros de distanciamento entre as bancas dos feirantes, que serão dispostas em formato linear, em corredores com o dobro do tamanho padrão. Será permitida apenas a comercialização de produtos do gênero alimentício, sendo eles: hortaliças, frutas, legumes, carnes, peixes e aves. Nenhum item poderá ser acondicionado no chão da feira.
As feiras nos bairros continuarão funcionando nos dias já estabelecidos, bem como a Central de Abastecimento de Garanhuns (Ceaga), que vai contar com um espaçamento maior para a comercialização dos produtos, com o horário que se estenderá até às 14h. Exceto a feira realizada em frente ao Mercado 18 de Agosto, localizada na rua Manoel Borba, no centro da cidade, que passa a funcionar apenas aos sábados.
Feira do Peixe — Já as tradicionais ‘feiras do peixe’ estão mantidas, no dia 8 de abril, no Mercado 18 de agosto; e no dia 09 de abril, no bairro Heliópolis.
A Autarquia Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes (AMSTT) informa ainda sobre as interdições temporárias nas vias do município, para garantir a realização das feiras com o espaçamento necessário.
Para feira da Oliveira Lima, na quarta-feira (01), serão interditados os pontos da avenida Rui Barbosa com a Oliveira Lima, Santa Rosa e Euclides Dourado. Além da rua Pedro Cavalcante com a avenida Djalma Dutra; avenida Thompson com Euclides Dourado e Santa Rosa; avenida Ernesto Dourado com a Oliveira Lima e Djalma Dutra com a avenida Frei Caneca.
No bairro Boa Vista, as interdições acontecem a partir da sexta (03), com pontos entre a avenida Bom Pastor e a Praça do Café (próx. a Funase), e também com a BR-424. No sábado (04), no Mercado 18 de Agosto, serão interditados pontos entre a rua 13 de Maio e Manoel Borba, além da rua Santos Dumont e Manoel Antônio de Miranda.
Para a feira da avenida Santa Terezinha, no Magano, que será realizado no domingo (05), as interdições acontecem no sábado, entre a Santa Terezinha e avenida Sátiro Ivo, Rua Julião Cavalcante e também na Praça Campos Sales.
Assessoria de Comunicação Social e Imprensa — (ACSI)

Governo Municipal emite decreto com novas medidas de combate ao coronavírus em Garanhuns


Decreto Municipal nº 025/2020 foi editado hoje (31), entre outras determinações reduz salário do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais em 30%

A Prefeitura de Garanhuns anunciou, nesta terça-feira (31), uma nova série de medidas que vão impactar na prevenção e enfrentamento ao contágio da Covid-19. As determinações são oficializadas por meio do Decreto Municipal nº 025/2020, que dispõe sobre os procedimentos para contratações destinadas ao fornecimento de bens, prestação de serviços, locação de bens e execução de obras necessárias ao enfrentamento da emergência em saúde pública, decorrente do coronavírus, no âmbito do Poder Executivo Municipal, Autarquias e Fundos Municipais. 
Também seguem prorrogados por mais 30 dias os efeitos do artigo nº 19, do Decreto Municipal n° 015/2020, que rege sobre medidas voltadas para órgãos da administração direta e indireta da Prefeitura, e para população em geral. As aulas da rede municipal e particular de ensino seguem suspensas por tempo indeterminado. Ficam reduzidos ainda o salário do prefeito, vice-prefeito, e secretários municipais em 30% (trinta por cento), até determinação posterior. 
O novo decreto destaca ainda que as contratações destinadas ao fornecimento de bens, à prestação de serviços, à locação de móveis, imóveis e equipamentos, à execução de obras, necessários ao enfrentamento da emergência em saúde pública de importância internacional, decorrente do novo coronavírus, serão realizadas por dispensa de licitação, de acordo com o estabelecido no projeto de lei complementar. 
O expediente autoriza a contratação de pessoa jurídica, com ou sem fins lucrativos, para a gestão de equipamentos hospitalares abertos ou disponibilizados para o enfrentamento da pandemia. Havendo a possibilidade de aquisição ou locação de equipamentos, bens e insumos hospitalares, realização de adaptações necessárias à prestação dos serviços e disponibilização de todos os profissionais necessários ao funcionamento das unidades de serviços hospitalares. 
Os contratos com os prestadores de serviços credenciados na área de saúde poderão ser prorrogados, bem como os demais ajustes firmados pela Secretaria Municipal de Saúde, considerados essenciais, de acordo com o critério da pasta, para as ações de enfrentamento ao coronavírus. 
A administração municipal fica autorizada a realizar a contratação de profissionais de saúde sem seleção simplificada, sendo estes necessários ao enfrentamento da emergência em saúde pública. Ficam suspensos ainda, até 30 de abril, os prazos de atos relativos aos processos administrativos municipais, como impugnações, defesas e recursos, bem como a contagem dos respectivos prazos prescricionais.
Estão suspensas as cobranças de taxas de recolhimentos de veículos, guarda e depósito previstas na Lei Municipal n. 4428/2017. O Governo Municipal também poderá adotar o perdão de multas e juros de impostos não recolhidos durante a pandemia do coronavírus, em percentuais a serem definidos posteriormente.
Os recursos repassados pelo Governo Federal deverão ser aplicados especialmente nos combates a pandemia do coronavírus, e em casos excepcionais, para atender necessidades locais, em decorrência ao enfrentamento de situações adversas na área social. 
Está liberada a realização das feiras livres exclusivamente para comercialização de gêneros alimentícios. Para isso, a empresa concessionária da administração das feiras livres e os feirantes deverão disponibilizar em cada banca da feira, álcool em gel 70%, permitindo que os consumidores higienizem as mãos; adotar providências para que os funcionários e consumidores mantenham a distância mínima de segurança de um metro e meio; assegurar que todos os feirantes utilizem equipamentos de proteção individual; providenciar para que os utensílios necessários ao exercício das atividades sejam devidamente higienizados; bem como a higienização contínua das maquinetas de cartões de crédito, e das bancas, continuamente.
A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) poderá também doar cestas básicas a pessoas em estado de vulnerabilidade social, especialmente aquelas acometidas pela crise do coronavírus. 
Foram adotadas medidas emergenciais de contingenciamento de gastos, com o objetivo de minimizar as despesas durante o período de suspensão do atendimento presencial da Prefeitura Municipal de Garanhuns e autarquias, em virtude do surto da pandemia do coronavírus. 
Ficam proibidas novas contratações ou aditamentos contratuais; bem como da execução de obras e serviços de engenharia, que não sejam imprescindíveis ao funcionamento mínimo da Prefeitura. Também está vetada a autorização do gozo de férias e licenças prêmios que impliquem o pagamento do respectivo abono; e haverá contingenciamento na aquisição e utilização de materiais de almoxarifado, consumo de energia elétrica, água e combustível. 
Serão contidos os gastos com investimentos na áreas de tecnologia da informação, consultoria técnica, aquisição de materiais de consumo, racionalização na concessão dos materiais de almoxarifado, consumo de água, energia elétrica e telefonia. Serão ainda revistos os contratos, inclusive os essenciais, com redução linear no percentual de até 25% (vinte e cinco por cento) dos valores contratados. 
Também será suspenso o envio de projeto de lei relativo a reajustes salariais; da antecipação do pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário; da nomeação de novos servidores, exceto contratações ligadas a saúde; do pagamento de diárias e passagens aéreas, salvo em situações excepcionais, autorizadas pelo Gabinete do Prefeito; do pagamento de indenização de qualquer natureza e ressarcimento de transporte; de despesas com capacitação presencial e à distância; da criação de grupos de trabalho e comissões remunerados; da contratação de novos terceirizados e estagiários, com exceções para a área da saúde.
Haverá ainda a redução percentual de 30% (trinta por cento) dos salários dos cargos comissionados incluindo as autarquias municipais; com exceção para cargos da Saúde, AMSTT e Assistência Social; e de 100% (cem por cento) das gratificações concedidas aos servidores efetivos, excetuando as atividades da saúde, assistência social e AMSTT; e 50% (cinquenta por cento) das gratificações nos cargos das autarquias municipais, com exceção das atividades da AMSTT. As demais exceções, devem ser comunicadas diretamente por cada secretário municipal à Secretaria de Administração até o dia 10 de cada mês.
O Decreto Municipal Nº 025/2020, entra em vigor, e poderá ser acessado na íntegra, na data de sua publicação no Diário Oficial dos Municípios de Pernambuco (Amupe), com validade de efeitos durante todo o período de emergência em decorrência do coronavírus.
Assessoria de Comunicação Social e Imprensa — (ACSI)
Foto: Hilton Marques — Arquivo (Secom/PMG)