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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Garanhuns em luto. Morreu no inicio da noite de hoje o presidente da Câmara Municipal Ver. Daniel da Silva – PTB

Garanhuns está em luto. Morreu no início da noite de hoje, segunda-feira, 13 de julho, o Vereador Daniel da Silva-PTB.

Daniel da Saúde, como era conhecido, estava internado no Hospital da Unimed, em Caruaru, desde o dia 2 de julho, vítima de um AVC Hemorrágico.

No dia que sofreu o AVC, Daniel estava comandando uma reunião ordinária do Legislativo no Plenário da Câmara Municipal de Garanhuns. Ao sentir-se mau, Daniel foi socorrido pelos seus pares para um hospital de Garanhuns e, devido a gravidade da enfermidade, foi removido as pressas, em uma ambulância UTI, do Samu, para Caruaru onde passou por cirurgias vindo a falecer no início da noite de hoje.

Daniel tinha 53 anos e estava no seu quarto mandato como vereador e o primeiro como presidente do Legislativo.

Daniel era enfermeiro, foi Secretário de Saúde do município de Jucatí e prestou serviço na área da saúde em diversos hospitais de Garanhuns.

O Velório será no plenário da Casa Raimundo de Moraes e o sepultamento será nesta terça-feira, em horário a ser confirmado pelos seus familiares.

A triste noticia deixou chocado seus pares, funcionários, amigos e, em especial sua esposa filhos e familiares.

O presidente, em exercício, da Câmara Municipal de Garanhuns, Ver. Gil PM, decretará luto oficial no Legislativo por 7 dias.

Outras informações a qualquer momento.

Ascom/CVG

MORRE DANIEL DA SAÚDE, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE GARANHUNS


O Prefeito Izaías Régis (PTB) informou, através das mídias sociais, o falecimento do vereador Daniel da Silva (PTB), de 53 anos. Ele estava internado no Hospital da Unimed, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVC) no último dia 26 de junho, aqui em Garanhuns. Ele foi submetido a duas cirurgias e seu quadro de saúde, vinha evoluindo.

“Infelizmente, acabei de receber uma triste notícia. O vereador Daniel, presidente da Câmara de Vereadores de Garanhuns, faleceu há pouco. Um homem bom, prestativo, cheio de compaixão com os outros. Serviu há muitas pessoas em Garanhuns, mesmo antes de ser Vereador. Mais uma grande perda para o nosso Município. Vou decretar luto de três dias no Município, por toda a contribuição dele à nossa Garanhuns. Que Deus nos conforte e à família, sua esposa, filhos e demais amigos”, registrou Izaías em postagem no facebook.

Natural de Garanhuns e Enfermeiro por formação e com reconhecido trabalho em prol da população, sobretudo no segmento da Saúde, Daniel da Silva, popularmente conhecido como Daniel da Saúde; exerce o seu quarto mandato de Vereador, aqui em Garanhuns (1997-2000; 2000-2004; 2004-2008 e 2016-2020). Ano passado foi eleito Presidente da Câmara de Garanhuns, função que exercia até o último dia 9, quando por motivo de saúde, foi licenciado das funções por força do Regimento Interno da Câmara. Ele também exerceu o cargo de Secretário de Saúde em Jucati, entre outras funções nos segmentos públicos e privados. 
Dnaiel que foi meu amigo de infância, jogamos muita bola na Av: Santa Rosa, onde residia, e até hoje a nossa amizade perdura. nós que fazemos o Blog do augusto César e  o jornal O Columinho, nos solidarizamos com a família enlutada. Vai ara o braço do pai celestial amigo Daniel.

Com informação do blog do Carlos Eugênio e Augusto César.

Veículo utilizado em assaltos é recuperado na BR 423, em Garanhuns

Automóvel havia sido roubado no mês de junho em Taquaritinga do Norte.

Um veículo do tipo utilitário com registro de roubo foi recuperado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na noite do domingo (12/07/2020), na BR 423, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. O automóvel estava sendo utilizado para praticar crimes na região.

Policiais do Grupo de Patrulhamento Tático da PRF estavam abastecendo a viatura em um posto de combustível, quando viram passar um veículo com as mesmas características de um que estava praticando assaltos na região. Foi realizado o acompanhamento do automóvel, até que os ocupantes desembarcaram do veículo e fugiram por dentro da cidade,

Foram realizadas buscas no local, com apoio da Polícia
Militar de Pernambuco (PMPE), mas ninguém foi encontrado. Após fiscalização minuciosa nos sinais identificadores do veículo, foi constado que ele portava placas clonadas e havia sido roubado no dia 29 de junho deste ano, em Taquaritinga do Norte, também no Agreste.

O veículo foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Garanhuns, que dará continuidade as investigações.

Com informações do PRF Feijó

13 de julho, data em que o Brasil comemora o Dia do Rock

REUTERS / Mario Anzuoni (Foto de arquivo) 

A reportagem mostra que, mais do que música, diversão ou estilo de vida, o rock é coisa muito séria

Ter uma banda de rock’n’roll foi o primeiro passo para a formação profissional de muita gente, mesmo fora do estrelato. Mais do que entretenimento, essa experiência foi, para vários roqueiros, a porta de entrada para conhecimentos técnicos nas mais diversas áreas.

Neste dia 13 de julho, data em que o Brasil comemora o Dia do Rock, a reportagem mostra que, mais do que música, diversão ou estilo de vida, o rock é coisa muito séria. Pode representar oportunidades também profissionais, a partir do domínio de instrumentos musicais; da produção de eventos; e da complexidade que envolve procedimentos técnicos em gravações, produções e divulgação.

Para alguns dos roqueiros que viveram na capital do rock – a Brasília dos anos 80 e 90–, os conhecimentos adquiridos a partir da devoção e da dedicação a esse estilo musical, que muitas vezes se confunde com estilo de vida, está presente até os dias atuais.

Sonoplasta, produtor fonográfico, cenógrafo, iluminador cênico e compositor de trilhas sonoras originais para o teatro. Essas são algumas das habilidades de Marcello Linhos, 48, sócio integrante da companhia de teatro Melhores do Mundo.

Nos anos 80 e 90, Linhos integrava a banda Restless, bastante presente nos palcos montados em festas e eventos da cidade. “Hoje posso ser vários profissionais graças aos conhecimentos que adquiri desde aqueles tempos”, resume o coringa do Melhores do Mundo.

A versatilidade de Linhos é percebida também em sua música. Se antes desenvolvia solos, melodias e harmonias em um dos estilos mais pesados e agressivos do rock, o thrash metal, hoje ele tem na viola caipira o seu principal canal de expressão artística, além de ser mais um de seus campos profissionais.

“O rock foi a melhor forma de me expressar, quando adolescente. Foi o canal por onde exerci minha liberdade de fala, colaborando também para minha formação enquanto ser humano, cidadão e artista. Resumindo, é uma forma de expressão às vezes forte e violenta, porém libertária por reinventar constantemente as formas de se fazer música”, disse.

Na medida em que a maturidade foi chegando, Linhos se deu conta de que não precisava ficar preso a um estilo musical para se expressar artisticamente. “Descobri que não estar preso a algo ampliava minha liberdade de expressão. Vi que não precisava ter medo da mudança”, disse ele à Agência Brasil. A migração para a viola caipira, no entanto, não o fez abandonar a veia roqueira.

“Ainda sinto dentro de mim a liberdade de poder propor uma fala nova. Como artista, tenho total noção de que isso veio da minha adolescência no rock. Sinto ainda essa pulsação e a coloco na viola caipira. Não é uma questão de mistura ou estética. Está no espírito. Continuo roqueiro e metaleiro. Mas toco viola caipira. É o mesmo artista nas duas coisas”, disse o artista que já tem, na viola, trabalhos autorais, releituras de músicas tradicionais caipira e o musical infantil Violinha Caipira, que aborda as riquezas biológicas e culturais do cerrado.

A experiência com bandas o ajudou também a trabalhar como técnico no teatro da Rede de Hospitais de Reabilitação Sarah e como roadie [técnico ou pessoal de apoio] de bandas, e em festivais.

No grupo teatral Melhores do Mundo, do qual é integrante desde o início da trupe, suas atribuições iam se ampliando com o tempo. Além de compor toda trilha sonora, fazia a sonorização dos espetáculos e atuava em algumas peças. “Era também o contra-regra, trabalho que é uma espécie de roadie do teatro”.

Para Geraldo Ribeiro – ou Gerusa, como é conhecido na cena roqueira desde a famosa Turma da Colina citada entre os agradecimentos nos discos da Legião Urbana – cuidar da sonorização das audiências nas comissões e plenárias da Câmara dos Deputados é algo bem mais simples do que cuidar dos sons dos instrumentos de sua antiga banda, chamada Escola de Escândalo.

“Desde sempre, o que gosto de ouvir é rock. De preferência, pesado”, apresenta-se o baixista, que até os dias atuais continua sendo referência pela “pegada punk” que aplicava no instrumento. “Como todo adolescente de minha época, meu sonho era ter uma banda de rock. Era por diversão mesmo, sem grandes pretensões, apesar de alguns integrantes da turma terem alcançado o estrelato [no caso, as bandas Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude]”, lembra.

Diante das dificuldades para gravar, uma vez que só havia um estúdio em Brasília, Gerusa se juntou com um amigo e montou o estúdio Artimanha. “Inicialmente bem simples, com uma mesa de apenas quatro canais”, diz o músico, hoje com 58 anos.

“Tive de estudar muita eletrônica e produção musical para melhorar meus conhecimentos. E foi necessário fazer muita improvisação por conta principalmente das limitações iniciais que tínhamos”. 

Segundo Gerusa, essa experiência o ajuda até hoje em seu trabalho na Câmara. “É bem mais fácil cobrir as sessões do que gravar bandas de rock. Além da estrutura maior, tenho aqui necessidades menores, além de as tarefas serem divididas. A coisa é voltada apenas para obter uma voz com textura bem-feita, o que é bem simples por não envolver coisas como timbragem”, explica.

A dificuldade de acesso a instrumentos musicais durante os anos 80 o ajudaram a desenvolver uma outra profissão: a de luthier. “Na época em que comecei a querer tocar, os instrumentos musicais eram absurdamente caros e era impossível importá-los. Por isso resolvi fazer um baixo, aproveitando o fato de meu pai ser escultor e ter conhecimentos sobre madeiras”.

Deixado de lado por um tempo, esse hobby voltou à tona há alguns anos, quando Gerusa teve de recuperar alguns instrumentos antigos que tinha. “Comprei o maquinário e, ao ver que havia mercado para isso em Brasília, resolvi voltar à ativa. É algo que faço por lazer, mas que me possibilita uma renda extra”.

Ao montar um cardápio no qual os sanduíches tinham nome de bandas de rock, o gastrônomo Gastão de Medeiros, de 53 anos, percebeu que, muitas vezes, o amor de seus clientes por uma banda era tão relevante quanto os ingredientes dos sanduíches, na hora de se fazer o pedido.

A influência do rock em sua vida profissional não para por aí. Vocalista, nos anos 80, da banda Elite Sofisticada, Gastão teve, na popularidade local de sua banda, ajuda para tocar alguns negócios, entre eles, o bar War Games que, na década seguinte, era frequentado por um público bastante fiel ao estilo musical.

“Todo roqueiro quer ter um bar para chamar de seu. Juntei com uns amigos que tinham rock no sangue e resolvemos tocar esse negócio, que acabou se tornando um ambiente de comunhão de roqueiros. Com o tempo, começamos a abrir espaço para apresentações de bandas locais. Chegamos inclusive a patrocinar shows de bandas internacionais na cidade, como o Deep Purple e o Manowar”, lembra.

Outra oportunidade aberta pela experiência na banda foi a profissão de programador musical na Rádio Transamérica. “Isso foi após o Elite ter participado de um programa chamado New Rock, onde as bandas apresentavam as músicas que gostavam e suas principais influências. Acabei fazendo amizade com a equipe, que gostava dos meus pitacos. Passei a ser quem escolhia as músicas da programação”, disse ele sobre a experiência como radialista.

Atualmente, Gastão é dono do restaurante Carmelita Restô, localizado no Parque das Castanheiras, em Vila Velha (ES). “Não deu para viver de rock. Chega uma hora que a gente tem de apostar naquilo que nos dá condição de sobreviver; de pagar o aluguel e alimentar os filhos. Foi o que aconteceu comigo, mas vejo claramente que, em meio aos meus negócios, estou sempre dando um jeito de trazer o rock”, disse ele ao comentar a decoração do restaurante ou a disponibilização do espaço para a apresentação de artistas locais.

“É engraçado o poder de interação que o rock tem. Não sei o nome de muitos dos nossos clientes, mas já sei quais curtem rock e faço questão de, sempre que possível, colocar, no som, as bandas que eles gostam. Além disso eu cozinho, faço faxina e malho sempre ouvindo rock. É uma companhia que terei sempre em minha vida”.

Foi graças “às respostas hormonais e cognitivas” que sentia ao ouvir Led Zeppelin, AC/DC e Beatles que o músico Adriano Faquini, 55, se interessou pelo idioma que, atualmente, representa sua principal fontes de renda: as aulas de inglês. Foi também graças a essa paixão que ele complementa sua renda com apresentações junto a bandas covers ou, sozinho, cantando e tocando seu violão da marca Ovation.

“Eu era fascinado com a sonoridade do inglês nas músicas, e a paixão que tinha às bandas de rock me fez deslanchar nesse idioma. Como eu conseguia cantar igual aos caras que eu adorava, eu sonhava em montar bandas cover numa época em que isso sequer existia”, lembra o músico e professor de inglês.

Depois de passar por diversas bandas e trabalhos autorais, Faquini ganhou público em Brasília com interpretações de músicas que, para serem executadas, requeriam técnicas vocais extremamente apuradas, como as da cantora Janis Joplin.

A fidelidade de seu público fez dele a principal atração no maior reduto musical brasiliense da época, o restaurante Bom Demais, famoso por ter projetado artistas como Cássia Éller e Zélia Duncan.

O rock então abriu caminho para que ele se tornar “um músico da noite”, chegando a ser capa da revista Veja Brasília e ganhar os mais altos cachês da cidade.

Atualmente, Faquini integra algumas bandas que fazem, esporadicamente, apresentações de covers, o que lhe garante um extra para o sustento. Um de seus parceiros é o guitarrista Kiko Peres, da banda Natiruts. Com ele, integra tanto uma banda de cover do Led Zeppelin como a banda Os Marcianos, com quem toca rock acompanhado de músicos das bandas Jota Quest e Pato Fu.

Quatro panquecas e um envelope com US$ 100. Este foi o primeiro cachê recebido pelo músico, arranjador e produtor musical Maurício Lavenère, 50, quando tinha de 12 para 13 anos.

Filho de um etnomusicólogo, ramo da antropologia que estuda a música em seu contexto cultural, Maurício começou a aprender guitarra com o pai aos 5 anos. Aos 12 já conseguia reproduzir, com o irmão baterista Ticho Lavenère – hoje professor na Escola de Música de Brasília – riffs e solos bastante complexos de bandas como Led Zeppelin e Rush.

“Não era fácil tirar o som das bandas, com os equipamentos limitados que tinha”, lembra ele citando, como exemplo, a necessidade de colocar o amplificador dentro de um armário, com o volume no máximo, para conseguir reproduzir a distorção de guitarras que ouvia em alguns discos.

“A simplicidade e as limitações que tive durante meus tempos de bandas de rock foram determinantes para que eu aprendesse a improvisar com equipamentos”, resume o roqueiro que, aos 14 anos, foi diretor musical de um projeto no único estúdio de gravação da cidade.

O bom trabalho acabou resultando em convites para trabalhar como produtor e como músico em bandas profissionais. “Eu recebia o equivalente, hoje, a uns R$ 50 por ensaio”, lembra. Hoje, como músico profissional, ele acompanha grupos e projetos dos mais diversos estilos.

“A importância do rock para minha formação profissional e para minha vida social é indiscutível. Até porque, para mim, ele vai além da música e personifica, em si, a liberdade que todo ser humano deve ter”, disse.

Trabalhar em rádios e gravadoras como Sony, Warner e EMI foram alguns frutos que Kiko Freitas, 48, colheu a partir da experiência que teve com o rock’n’roll. Dono do selo Blue Records, Kiko já produziu 178 discos.

Músico, compositor, arranjador, produtor musical e engenheiro de áudio, Kiko teve, no rock, uma forma de contestar o pai, que também era músico e participou do movimento da Bossa Nova no Rio de Janeiro.

“Virei roqueiro de raiva mesmo, porque meu pai não me deixava escutar nem Beatles. Para ele era jazz, MPB ou clássico, e ponto”, lembra. Sua primeira guitarra só veio quando tinha 12 anos. “Aí eu infernizei”, disse ele ao lembrar do impacto que o rock causou ao associar “atitudes, sonoridades e novas técnicas desenvolvidas pelos grandes guitarristas” à “explosão hormonal da adolescência”.

Na medida em que ia ampliando os trabalhos de produtor e de engenheiro de áudio, mais ele se via retornando às origens pré-rock’n’roll estimuladas pelo pai. “Músico profissional não pode negar trabalhos. Por isso vou em tudo. Seja samba, jazz, sertanejo, rock, música clássica ou árabe, o importante é sempre ampliar meus horizontes musicais. O legal da música é exatamente esse: o de estar em todos os lugares ao mesmo tempo”.

Autor do livro Magnéticos 90: A Geração do Rock Brasileiro Lançada em Fita Cassete, Gabriel Thomaz, 48, é também músico, integrando atualmente a banda Autoramas. Ele despontou no cenário nacional ainda nos anos 90, com a banda brasiliense Little Quail and The Mad Birds, pelo selo Banguela Records.

Gabriel foi um dos poucos de sua geração a conseguir, até os dias atuais, manter a carreira de roqueiro. “Sempre busquei, no rock, a minha originalidade”, diz o autor da música I Saw You Saying”, eternizada pela banda também brasiliense Raimundos.

Entre os elementos que compõem sua originalidade, Gabriel aponta a associação inteligente entre rock e humor. “Fazer obra com humor é questão de inteligência. Tenho muitas músicas de protesto. Há pessoas que não notam, mas são”, disse ele ao vincular suas composições ao rock de protesto que caracterizou Brasília nos anos 80.

Talvez um dos frutos que ele colha atualmente, por ter se dedicado tanto ao rock, seja a eternização de sua juventude. “Sou igual até hoje. Acho até que com mais pique. Graças ao rock conheci todos os estados de meu país e fiz shows em 23 países. Sempre conversando com as pessoas sobre todas as coisas. É ótimo para quem, como eu, sempre gostou de estudar história e geografia”, disse.

“Quase tudo que eu consegui na vida foi por causa do rock’n’roll. Sou muito grato a isso. E é engraçado porque o tempo vai passando e cada vez mais eu vou mergulhando nesse universo. Gosto de ajudar bandas e artistas. Isso para mim é uma forma de retribuir todo esse privilégio que eu tive”, complementa.

Com informações da Agência Brasil

Caminhão carregado com madeira irregular é apreendido em Garanhuns

 Veículo havia saído do Ceará em direção a Alagoas.

Um caminhão que transportava 20,7 m³ de madeira irregular foi apreendido na tarde do domingo (12/07/2020), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 424, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. A mercadoria estava em desacordo com o documento florestal e possuía cinco toneladas de excesso de peso.

O Grupo de Patrulhamento Tático da PRF realizava uma ronda próximo ao quilômetro 87 da rodovia, quando observaram um caminhão parado no acostamento. Ao verificarem a carga transportada pelo veículo, foi constatado que a mercadoria estava em excesso e a documentação era irregular. 

O Documento de Origem Florestal (DOF) apresentado pelo motorista não tinha validade e a quantidade da madeira era diversa da informada na nota fiscal, contendo um excedente de aproximadamente 5 m³. O caminhão havia saído de Crateús, no Ceará, em direção a Porto Calvo, em Alagoas.

A equipe emitiu uma autuação por excesso de peso e lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) para o motorista, pelo transporte de madeira sem licença válida. O caminhão e a carga foram encaminhados para a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH). O Ministério Público Federal em Garanhuns também foi notificado sobre o crime ambiental, para adotar as providências legais.

Por PRF Feijó

Policial pisa no pescoço de mulher negra e arrasta a vítima em SP

A comerciante foi atendida em um hospital com ferimentos no rosto, nas costas e com a perna quebrada

Reprodução / Twitter
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Um policial usou de violência para conter uma mulher negra, de 51 anos, durante uma confusão por causa de atividade comercial em um bar na zona sul de São Paulo, durante a pandemia de Covid-19.

Um vídeo gravado por moradores, exibido pelo Fantástico, da TV Globo, no domingo (12), mostra uma sequência de ações da PM durante uma ocorrência na tarde de sábado, 30 de maio, em Parelheiros, por causa de um cliente que estacionou o veículo com som em alto volume, enquanto consumia no local.

A dona do bar, viúva, com cinco filhos e dois netos, foi agredida por um dos policiais ao tentar defender um amigo, que fora dominado pelo PM e estava imobilizado, no chão. Ela conta ao repórter da TV que pedia ao policial para não bater mais no homem, que segundo ela, já estava desfalecido, e tinha tomado joelhadas no rosto.

Foi nesse momento que o segundo policial, que estava armado, abordando outras pessoas, se aproximou da mulher e a empurrou para uma grade. A vítima relata que tomou três socos e foi derrubada com uma rasteira. Na queda, ela diz ter fraturado a tíbia.

O vídeo não mostra esta parte da cena, mas na sequência, a mulher aparece deitada de bruços, no meio-fio, ao lado de um carro, com o PM pisando seu pescoço. Ele chega a apoiar todo o peso do corpo sobre a vítima.

Depois, o policial algema a mulher e a arrasta até a calçada. No relato, a comerciante diz que desmaiou quatro vezes e que se debatia, mas a violência não parava. “Quanto mais eu me debatia, mais ele apertava a botina no meu pescoço”, contou.

Ainda segundo a reportagem, os policiais alegaram que foram atacados com uma barra de ferro, e estavam se defendendo. Eles registraram um boletim de ocorrência por desacato, lesão corporal, desobediência e resistência.

A comerciante foi atendida num hospital com ferimentos no rosto, nas costas e com a perna quebrada. Depois, foi levada para uma delegacia, onde ficou detida até o dia seguinte.

O governador João Doria declarou, na noite de domingo, por meio de redes sociais: “Os policiais militares que agrediram uma mulher em Parelheiros, na Capital de SP, já foram afastados e responderão a inquérito. As cenas exibidas no Fantástico causam repulsa. Inaceitável a conduta de violência desnecessária de alguns policiais. Não honram a qualidade da PM de SP”.

MALANDO É MALANRDO E BANDIDO É BANDIDO: Preso foge da Cadeia Pública de Garanhuns

Um preso da Cadeia Pública de Garanhuns conseguiu fugir da unidade prisional no início da noite deste domingo (12).

De acordo com as informações apuradas por nossa equipe de reportagem, o preso foragido é Damião Dos Santos Ferreira, de 29 anos, natural da cidade de Capoeiras, no Agreste.

Segundo apurou nossa equipe, Damião estava cumprindo pena por Resistência à Prisão e Maria da Penha. Não se sabe ainda como o preso conseguiu fugir da cadeia pública, que fica localizada no bairro Várzea, em Garanhuns.

Quem souber informações do paradeiro do foragido deve entrar em contato com a Polícia Militar por meio do 190. Com informação do Comando Policial.