GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

CEIA MODESTA: Natal 2020 será com alta de preços dos alimentos e desemprego

Escassez de emprego e aumento dos alimentos, principalmente dos importados, forçarão o brasileiro a escolher bem o que colocar na mesa durante as comemorações do fim de ano. Redução do valor do auxílio emergencial deixará ceia, ainda, mais modesta

Por: Rosana Hessel e Fernanda Strickland*



 (crédito: ABR)

Os consumidores podem se preparar para um fim de ano amargo, com os preços dos itens da ceia de Natal mais salgados, avisam os especialistas. O desemprego deve continuar crescendo e, com a redução do valor do auxílio emergencial pela metade — de R$ 600 para R$ 300 —, muitas famílias precisarão escolher o que colocar na mesa nas comemorações, optando por lembrancinhas e substituições de produtos importados.

O período das encomendas do varejo começou e, de acordo com os economistas, há uma queda de braço com a indústria, que insiste em repassar os custos para a tabela de preços, principalmente, diante de disparada do dólar, que encarece os itens importados já tradicionais na mesa das festas de fim de ano.

Os especialistas lembram que, como o governo não tem dado sinais fortes de que conseguirá uma boa saída da crise, mantendo a promessa de que será responsável fiscalmente, a desconfiança cresce. O reflexo disso bate no dólar, que encerrou a sexta-feira a R$ 5,56, acumulando alta de 3,3% em apenas uma semana. A inflação oficial está em escalada desde junho, puxada pela alta dos preços dos alimentos, apesar de o Banco Central dizer que está tranquilo em relação à carestia.

No atacado, o quadro é ainda mais preocupante e não há dúvidas de que os reajustes serão repassados para o varejo mais à frente, prejudicando o Natal de milhões de brasileiros. Conforme dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) disparou mais 6% nos 30 dias encerrados em 10 de setembro, e já acumula alta de 25,52% em 12 meses, padrão de inflação argentina, que deverá bater no bolso dos consumidores em algum momento, apostam os analistas.

E, para piorar, o mercado de trabalho não deve dar sinais de recuperação tão cedo. A expectativa dos analistas é de que o desemprego aumentará neste fim de ano, especialmente porque, com a flexibilização do confinamento, as pessoas começam a sair de casa em busca de trabalho. “Não haverá vagas no mesmo ritmo do número de pessoas que começa a procurar emprego. Como o setor de serviços ainda deve demorar para apresentar uma recuperação maior, os empregos temporários comuns nessa época do ano não devem aparecer em números expressivos”, alerta o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes.

No atacado, o quadro é ainda mais preocupante e não há dúvidas de que os reajustes serão repassados para o varejo mais à frente, prejudicando o Natal de milhões de brasileiros. Conforme dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) disparou mais 6% nos 30 dias encerrados em 10 de setembro, e já acumula alta de 25,52% em 12 meses, padrão de inflação argentina, que deverá bater no bolso dos consumidores em algum momento, apostam os analistas.

O ex-diretor do Banco Central considera que o ritmo de retomada da economia será lento. Para Gomes, há grandes chances de a taxa de desemprego ficar acima de 15% neste ano, nível que não se viu na recessão entre 2015 e 2016. “As pessoas estão sem emprego, e os que estão procurando (emprego) não estão encontrando”, pontua.

Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, admite que a taxa de desemprego próxima de 17%, prevista pela consultoria MB para 2021, pode ocorrer neste ano, porque o número de pessoas trabalhando formalmente está encolhendo a olhos vistos. Nessa conta, é preciso considerar o grande número de empresas que devem fechar ao longo do ano devido à recessão provocada pela covid-19. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas ocupadas registrou queda recorde e gira em torno de 82 milhões de pessoas.

“Se considerarmos os dados atuais da população economicamente ativa, o número de desempregados, de quase 13 milhões, já representa uma taxa de desocupação perto de 16%, mas órgãos oficiais incluem quem não está procurando emprego na base de cálculo, distorcendo os dados”, destaca Vale. Ele lembra que cada ponto percentual a mais na taxa de desemprego é pouco mais de 1 milhão de pessoas desocupadas no país.

Apesar de o Banco Central demonstrar otimismo exagerado em relação à inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que, neste ano, pela nova metodologia, reduziu o peso da alimentação em domicílio na base de cálculo, o economista-chefe da CNC lembra que os preços dos alimentos continuarão subindo — principalmente os produtos tradicionais do Natal, que, em sua maioria, são importados e devem incorporar a alta do dólar.

Com a carestia cada vez maior, o poder de compra do brasileiro está diminuindo, e, além disso, o desemprego é um problema para as famílias no fim deste ano, porque, até no comércio, a demanda por mão de obra temporária será menor do que nos anos anteriores, de acordo com Gomes. “O Natal será muito fraco e, se o dólar continuar elevado, os itens importados deverão ser substituídos ou reduzidos. É o Natal da quarentena, e tudo indica que não teremos um ótimo Natal. Se for fraco, já será bom”, lamenta.

O economista Alexandre Espirito Santo não tem dúvidas de que haverá muita substituição de importados na mesa da ceia de Natal em 2020 por conta da alta de preço dos alimentos. “As pessoas estão inseguras em relação ao fim do ano. O Natal estará condicionado à descoberta da vacina. Se isso ocorrer até novembro, como o governador de São Paulo, João Doria, sinalizou, pode ser que seja bom, porque haverá um efeito psicológico das pessoas em comemorar. Mas, se isso não ocorrer, o consumo e a economia não conseguirão se recuperar tão facilmente”, destaca. “Em casa, como há muitas pessoas do grupo de risco, a comemoração será menor. Mas, com certeza, o bacalhau não faltará, mesmo se o dólar continuar nesse patamar de R$ 5,50 e R$ 5,60. Se a moeda estiver mais cara até lá, a quantidade será menor, pelo menos, para fazer o bolinho.”

Tradição 

É o que planeja a empresária Francisca Moreira, 48 anos, diante da carestia dos alimentos nos supermercados. “A ceia de Natal vai ser com a família de casa, e será mais simples e com menos porções. Teremos de rever a prioridade dos presentes e comprar algo que estamos precisando. Não é apenas um capricho, mas uma questão de economizar”, explica. A estudante Ananda Almeida, 23, não tem dúvidas de que, neste ano, as comemorações serão diferentes, com redução dos itens da ceia de Natal e dos presentes. “Acredito que a ideia de família reunida e casa cheia não é mais uma realidade neste momento. Dessa forma, comprar um item tão caro, como o peru, para poucas pessoas comerem, pode não ser uma boa ideia. Mas, no geral, acho que, justamente pelo fato de a quantidade de pessoas ter diminuído, algumas tradições podem ser mantidas por um preço acessível”, avalia.

“Para mim, o significado conta mais do que o preço em si. Então, provavelmente, os presentes deste ano serão mais baratos devido à crise que estamos vivendo, com muitas pessoas desempregadas. O Natal é mais do que presentes caros”, acredita Ananda.

Recuperação mais lenta

A atividade econômica não deve dar sinais de recuperação tão forte, de acordo com analistas, que admitem não ver uma retomada em V, como o ministro da Economia, Paulo Guedes, insiste em prever. Pelas estimativas de Carlos Thadeu de Freitas Gomes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), a economia brasileira levará oito trimestres para retornar aos níveis pré-pandemia.

Sergio Vale, da MB Associados, acredita que, devido a uma retomada mais lenta neste fim de ano e no próximo, o Produto Interno Bruto (PIB) não conseguirá crescer mais do que 2,2% em 2021, taxa bem abaixo da alta de 3,9% que o Banco Central prevê para 2021, após revisar, de 6,4% para 5%, a previsão de retração do PIB de 2020. Vale revisou, recentemente, de 5,3% para 4,8%, a estimativa de queda do PIB neste ano.

Os analistas lembram também que, como o ritmo de retomada será lento, as ofertas no mercado de trabalho não serão suficientes para o exército de pessoas em busca de vagas temporárias.

Sem garantia
Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), destaca que, apesar de alguns indicadores recentes mostrarem uma recuperação do varejo em ritmo mais forte, não há garantias de que essa velocidade será sustentável até o fim do ano. “Há muita incerteza, aqui e no mercado externo, especialmente, devido à nova onda de contágio na Europa, onde alguns países estão voltando a decretar lockdown”, pontua.

Ele lembra que a questão de incerteza financeira das famílias também deve conter o consumo nesses últimos meses do ano. “A gente sabe que os R$ 600 do auxílio emergencial atenuaram o impacto da crise na vida de muita gente que ficou impossibilitada de trabalhar, e isso ajudou a impulsionar o comércio no meio da pandemia. O problema é que, com a redução do valor para R$ 300, os dados de recuperação do comércio não devem continuar na mesma proporção”, ressalta Tobler.

A FGV prevê retração de 5,3% no PIB deste ano e está relativamente otimista em relação ao mercado de trabalho, pois prevê desemprego chegando a 13,6% no fim do ano. (RH)

“Com a redução do valor (do auxílio emergencial) para R$ 300, os dados de recuperação do comércio não devem continuar”
Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia






Secult-PE anuncia programação da semana dos Encontros Lab sobre Lei Aldir Blanc

Debates online voltados para profissionais da cultura, entre gestores municipais, representantes de comissões setoriais e demais trabalhadores do setor, começam nesta segunda-feira (28)

 

Estão abertas as inscrições para a programação desta semana dos Encontros Lab, debates online promovidos pela Secult-PE sobre a Lei Aldir Blanc. A participação é gratuita e voltada para profissionais da cultura, entre gestores municipais, representantes de comissões setoriais e demais trabalhadores do setor. O cadastro pode ser confirmado neste link (
https://docs.google.com/forms/d/1uJH6cL2BuCJ1tDxlHk_gz2cCTIMQFVqYphG3EJATD7c/viewform?edit_requested=true), com opções que começam nesta segunda-feira (28/9) e seguem até a sexta-feira (2/10). A iniciativa será realizada durante toda a execução da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. (confira a agenda completa abaixo) 

Os Encontros Lab acontecem sempre das 14h às 16h, via Google Meet. Após realizar o preenchimento do formulário disponível no link e sinalizar o dia e tema que deseja debater, é só aguardar o link de acesso às salas, que será disponibilizado via e-mail, até às 14h. As inscrições devem ser feitas até às 13h de cada dia, para ter acesso à sala.

CADASTRO NA LEI ALDIR BLANC - O Governo de Pernambuco já iniciou o cadastramento de profissionais, artistas e demais trabalhadores da área de cultura que buscam a Renda Básica Emergencial prevista pela Lei Aldir Blanc. As inscrições ficarão disponíveis até o dia 14 de outubro, e exigem alguns requisitos. O preenchimento do formulário pode ser feito dentro da plataforma Mapa Cultural de Pernambuco, no link www.lab.mapacultural.pe.gov.br. Saiba mais em www.cultura.pe.gov.br/leialdirblanc.



CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO LAB ENTRE OS DIAS 28 DE SETEMBRO E 2 DE OUTUBRO

28/09 - Como solicitar a renda emergencial da Cultura?

29/09 - Como elaborar o plano de ação para a Plataforma + Brasil?

30/09 - Construindo Editais para a Lei Aldir Blanc.

01/10 - Como solicitar o subsídio aos espaços e coletivos culturais?

02/10 - Como montar o edital de aquisição de bens e serviços?


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Assessoria de Comunicação
Secretaria de Cultura de Pernambuco
Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - Fundarpe

Implantação da LGPD em PE é tema de webinário promovido pela Controladoria do Estado

A “Implantação da LGPD em Pernambuco” é o tema do primeiro webinário promovido pela Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE). No evento, agendado para o dia 5 de outubro, será apresentada a política de atuação do Governo de Pernambuco - primeiro ente federativo a estabelecer, oficialmente, parâmetros para o cumprimento da legislação no Brasil – na área, assim como as perspectivas de implementação da Lei Geral de Proteção de Dado em ambientes organizacionais. A transmissão ao vivo ocorrerá a partir das 14h, no canal do YouTube da Controladoria.

A proposta do seminário, voltado principalmente para os servidores do Poder Executivo estadual e para os cidadãos interessados na temática, é sensibilizar e esclarecer sobre os pontos mais relevantes da LGPD, que entrou em vigor no País no dia 18 de setembro, e promover os controles e atos necessários para a implantação da Política Estadual de Proteção de Dados Pessoais (PEPDP) na administração pública direta, autárquica e fundacional, de acordo com o estabelecido no Decreto nº 49.265/20.

A LGPD, legislação federal que regula as atividades de tratamento de dados pessoais e ainda altera os artigos 7º e 16º do Marco Civil da Internet, vem sendo um tema amplamente discutido em uma série de atividades realizadas pela SCGE junto aos demais órgãos de Estado. “Já promovemos palestras para públicos específicos, como os ouvidores e reuniões com gestores públicos. Agora, com o webinário, abriremos o debate também ao grande público, a quem devemos garantir a segurança das informações”, destaca a secretária da SCGE, Érika Lacet.

PROGRAMAÇÃO – A secretária de Administração de Pernambuco, Marília Lins, fará a abertura do webnário, que ainda terá em sua programação três palestras. A primeira será ministrada por Renato Cirne, gestor governamental de Controle Interno da SCGE e um dos integrantes do grupo de trabalho que elaborou o decreto da PEPDP, que falará sobre “Proteção de dados pessoais no Estado de Pernambuco - conceitos, governança e controles”. Em seguida, Marcílio Braz Júnior, professor e fundador da Privacy Academy, abordará o tema “Implantação da LGPD no ambiente organizacional - sistemas, pessoas, processos”.

Fechando o encontro, Paulo Pacheco, gerente da área de Segurança da Informação da Superintendência de Tecnologia da Informação da Secretaria da Fazenda (STI/SEFAZ), relatará a experiência na inserção da LGPD no órgão. O case indicará boas práticas, desafios e lições aprendidas. A secretária Érika Lacet fará a mediação e o encerramento do evento.

 

Casa Raimundo de Moraes antecipa pagamento do 13º dos servidores e Vereadores para amanhã dia (29) de Setembro


A Câmara Municipal de Garanhuns, Casa Raimundo de Moraes, através de seu Presidente, vem de público, comunicar a antecipação do pagamento do 13º dos seus servidores e Vereadores, para amanhã dia 29 de setembro. Todos os servidores e Vereadores estarão amanhã recebendo o 13º através de depósitos em conta corrente. Esse é mais um compromisso do Presidente da Casa Raimundo de Moraes.

AUXÍLIO: Caixa paga hoje auxílio emergencial para 9,4 milhões de trabalhadores

Para o Bolsa Família serão destinados R$ 427,6 milhões

Por Agência Brasil

Auxílio emergencial - Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal paga, nesta segunda-feira (28), mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 9,4 milhões de trabalhadores. Beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 8 e pessoas nascidas em outubro e novembro, conforme calendário do clico 2, receberão os recursos.

No caso dos beneficiários do Bolsa Família, serão R$ 427,6 milhões do auxílio emergencial extensão, pagos a 1,6 milhão de pessoas. No total, 16,3 milhões de pessoas cadastradas no Bolsa Família foram consideradas elegíveis para a primeira parcela do auxílio residual, no valor de até R$ 300 ou em até R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental.

Se o valor do Bolsa Família for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, o beneficiário receberá o valor do Bolsa Família, sempre privilegiando o benefício de maior valor. O pagamento atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de autoatendimento, Lotéricas e correspondentes Caixa Aqui; ou por crédito na conta Caixa Fácil.

Ciclo 2

Outras 7,8 milhões de pessoas nascidas em outubro e novembro receberão o total de R$ 5,1 bilhões do auxílio emergencial nesta segunda-feira, conforme calendário do ciclo 2 do programa. O valor é de R$ 600 ou em R$ 1,2 mil, no caso de mulher provedora de família monoparental.

Neste ciclo, mais três públicos foram incluídos: trabalhadores que fizeram o cadastro nas agências dos Correios entre 2 de junho e 8 de julho; trabalhadores que fizeram a contestação pelo site da Caixa ou App Caixa Auxílio Emergencial de 3 de julho a 16 de agosto e foram considerados elegíveis; beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas que tiveram o benefício reavaliado em agosto.

Os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e fazer compras na internet e nas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período de acordo com o mês de nascimento. Para os beneficiários nascidos em outubro e novembro, os saques e transferências serão liberados nos dias 20 e 22 de outubro, respectivamente.

Aqueles que tiveram os pagamentos retidos vão receber todas as parcelas a que têm direito de uma só vez, dentro do Ciclo 2. Já os trabalhadores que optaram por realizar o cadastro nos Correios e aqueles que contestaram vão receber a primeira parcela dentro do Ciclo 2. As parcelas P2 e P3 serão pagas no Ciclo 3 e as parcelas P4 e P5, no Ciclo 4.

CORONAVÍRUS: Plano de Convivência: veja em qual etapa está cada cidade de Pernambuco a partir desta segunda

Parte do Estado avança para a etapa 9 e restante das cidades estarão na etapa 8

Por Portal Folha de Pernambuco



Cinco Gerências Regionais de Saúde de Pernambuco (Geres) avançam, nesta segunda-feira (28), para a etapa 9 do Plano de Convivência com a Covid-19 - protocolo do Governo do Estado para a retomada das atividades econômicas e sociais, que teve início em junho. As outras sete regionais estão na etapa 8

Com os índices do novo coronavírus em queda, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), as 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 12ª regionais avançam para a etapa 9, que permite a reabertura de cinemas, teatros e circos, além da retomada das festas e eventos sociais e culturais. Essas Geres incluem cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata e parte do Agreste, inclusive Caruaru.

A etapa 9 ainda permite o aumento do horário de funcionamento de serviços de alimentação, como bares e restaurantes, que podem passar a receber até 70% da capacidade e funcionar das 6h à meia-noite. A distância obrigatória entre as mesas passa de 1,5 metro para 1 metro.

Nas 5ª, 6ª, 7ª, 8ª, 9ª, 10ª e 11ª Geres, o Plano de Convivência está na etapa 8, fase que permite 100% da mão de obra dos serviços de escritório. Os serviços de alimentação podem receber 70% da sua capacidade e também está permitida a reabertura de museus e espaços de exposição.

Ao todo, o Plano tem 11 etapas. A etapa 10 terá aumento da capacidade de todos os três tipos de eventos para até 300 pessoas, ou 50% da capacidade do estabelecimento. Ficam liberados os parques de diversão, temáticos e similares, com novos protocolos. Os eventos sociais, culturais e corporativos podem aumentar a capacidade para até 300 pessoas, ou 50% da capacidade do estabelecimento.

Já na etapa 11 serão gerados novos protocolos para autorizar a reabertura do serviço público (100% da capacidade), salões de beleza, comércio varejista, serviços médicos, odontológicos, veterinários; serviços de alimentação; feira e polo de confecção; shoppings, centros comerciais e praças de alimentação; museus, cinemas e parques de diversão; e locais para prática esportiva.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Bruno Schwambach, em coletiva de imprensa na última quarta-feira (23), o Estado deve entrar na fase do “novo normal” em 9 de novembro. Nesta data, todos os setores da economia devem retomar suas atividades de acordo com os novos protocolos específicos de segurança. 

“Teremos todas as atividades econômicas permitidas a voltar a funcionar com cargas específicas, pois enquanto não tivermos uma vacina ou medicamento eficaz, devemos aprender a conviver com o coronavírus, sempre obedecendo os protocolos de funcionamento nos seus três eixos: higiene, distanciamento social e comunicação e monitoramento”, disse Schwambach.

Cidades que estão na etapa 8 a partir desta segunda-feira (28):

5ª Regional de Saúde
Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçados, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iati, Itaíba, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmerina, Paranatama, Saloá, São João, Terezinha.

CAMPANHA: Sivaldo Albino (PSB) iniciou a Campanha visitando campos de futebol e algumas localidades na Zona Rural e no distrito de Iratama

 

O candidato da Frente Popular de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB) iniciou a Campanha visitando campos de futebol e algumas localidades na Zona Rural e no distrito de Iratama. Ele também divulgou um vídeo produzido pelo PSB, registrando as ações do Governo Paulo Câmara aqui em Garanhuns. Destaque para os investimentos no Hospital Regional Dom Moura; na UPAE, no Expresso Cidadão e no segmento de Segurança Pública e Abastecimento d´água.

 

“O PSB já fez muito por nossa Cidade e tem condições de fazer muito mais, com uma Prefeitura que trabalhe em sintonia com a necessidade do povo de Garanhuns e que saiba fazer as parcerias com o Governo do Estado para trazer ainda mais para o nosso Município”, registrou Sivaldo.