Mais um dos absurdos combatidos pela mobilização e pela força da sociedade brasileira. Interrompeu-se o estupro continuado de uma adolescente de 12 anos de idade, em Indianópolis, cidade do Estado de Minas Gerais.
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segunda-feira, 9 de março de 2026
Estupro de vulnerável em Minas Gerais
Mais um dos absurdos combatidos pela mobilização e pela força da sociedade brasileira. Interrompeu-se o estupro continuado de uma adolescente de 12 anos de idade, em Indianópolis, cidade do Estado de Minas Gerais.
ExpoGaranhuns e ExpoNelore reúnem programação técnica, torneios, leilão e grandes shows no Agreste Meridional
Evento acontece de 11 a 15 de março, no Parque Haras Acauã, em Garanhuns, e terá entrada gratuita
A maior feira agropecuária do Agreste Meridional a ExpoGaranhuns 2026 será realizada de 09 a 15 de março, no Haras Acauã, às margens da Rodovia PE-67, KM 51, em Garanhuns (PE). E neste ano vai reunir produtores, criadores, empresários, instituições financeiras, estudantes e o público em geral em uma programação ampla que integra negócios, conhecimento técnico, entretenimento e valorização do setor agropecuário. A entrada para o evento é gratuita.
A chegada dos animais está prevista para a segunda-feira (09), com abertura oficial na quarta-feira (11), às 18h, com a presença de autoridades, parceiros e lideranças do setor. Durante toda a semana, o evento contará com torneios leiteiros, julgamentos e exposições de animais, além da feira de produtos agropecuários, artesanato, gastronomia regional, rodadas de negócios e palestras técnicas e científicas.
ExpoNelore
De forma simultânea, também acontecerá a ExpoNelore, com patrocínio do Banco do Nordeste, e promovida pela ACNN, entidade que representa os criadores da raça no Nordeste e que atua há décadas no fortalecimento da pecuária regional. O evento acontece de forma integrada à programação principal, ampliando ainda mais sua dimensão técnica e comercial. A ExpoNelore trará rebanhos selecionados, expertise organizacional e rede de parceiros, reforçando a participação da pecuária de corte e ampliando o número de animais, criadores e expositores, fortalecendo a representatividade do evento e impulsionando ainda mais o agronegócio do Agreste.
Programação Técnica e Grade de Palestras
A ExpoGaranhuns 2026 também se consolida como espaço de formação e atualização para o produtor rural. A grade de palestras científicas e comerciais será realizada nos turnos da manhã e da tarde, com destaque para temas estratégicos como sucessão familiar, reforma tributária, holding rural e manejo de rebanhos.
Entre os temas abordados estão: Sucessão Familiar: experiência da Fazenda Carnaúba, com Daniel Dantas e Joaquim Dantas; Reforma tributária e seus impactos no agro, com Pedro Barros (BWA); Holding rural: vantagens e benefícios, com Lucídio Almeida; Formação de rebanho: seleção, nutrição e manejo de caprinos e ovinos, com Dr. Daniel Bezerra do Nascimento (PNPD/UFAPE); Produção de cordeiros e cabritos para o mercado: manejo, nutrição e lucro, com o zootecnista Breno Moisés Santos de Queiroz.
As palestras acontecem no espaço técnico e também no Pavilhão do Sebrae, fortalecendo a troca de experiências, a qualificação da produção e o acesso a novas oportunidades de mercado.
Julgamentos, torneios e leilão
A programação contempla julgamentos das raças Campolina (incluindo prova de marcha), Girolando, Gir e Nelore, além do tradicional Torneio Leiteiro (caprinos, Gir e aberto para todas as raças). No sábado (14), haverá desfile e entrega de premiação da raça Campolina, leilão de bovinos às 19h, além da premiação oficial dos torneios leiteiros com desfile das campeãs. No domingo (15), o público poderá acompanhar o desfile dos animais campeões na pista de bovinos, encerrando oficialmente a feira às 17h.
Espaços para toda a família
Durante todo o evento, a ExpoGaranhuns contará com funcionamento dos estandes comerciais; operação da Rádio Parque; Praça de Alimentação; fazendinha e Espaço Kids; bem como rodadas de negócios com produtores, agroindústrias e instituições financeiras.
Programação de shows
A programação cultural, oferecida pelo Governo do Estado de Pernambuco, também vai movimentar a ExpoGaranhuns 2026. Os shows acontecem das 18h às 23h, ampliando o alcance do evento e fortalecendo o turismo e a economia local.
12/03 (quinta-feira) – Juarez e Everton Freitas
13/03 (sexta-feira) – Renan Cruz e Jean Pierre
14/03 (sábado) – Fael Mariz e Davi Firma
A ExpoGaranhuns 2026 é uma realização da Cooperativa de Produtores do Agreste Meridional (Coopam) e correalização da Nelore Nordeste, com coordenação Acadêmica da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape). O evento conta ainda com patrocínio do Ministério do Empreendedorismo, da Micro e Pequena Empresa, Governo do Estado de Pernambuco e da Prefeitura de Garanhuns. Além do apoio do Banco do Brasil, Ademicon, Sicredi, Grupo Veneza Diesel, Masterboi, Natto, Grupo Parvi, Rancho Alegre, AVIPE, Neoenergia, Sicoob e Fiat e Honda Garanhuns por meio da GVEL.
Acesse no link a seguir a Programação Completa da ExpoGaranhuns 2026: https://drive.google.com/
Ministros do STF sugerem “ajustes” na PF durante investigação do caso Master
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| Ministros miram a Polícia Federal |
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Lula escala Janja em viagem de 5 dias à ONU em Nova York

O INSTITUTO HISTÓRICO GEOGRAFICO E CULTURAL DE GARANHUNS CONVIDA PARA COMEMORAR OS 215 ANOS DE GARANHUNS
Uma breve história de vida de ALFREDO LEITE CAVALCANTI - O PRIMEIRO HISTORIADOR DA HECATOMBE DE 1917.
E quando 'quem não está nem aí pra eleição' se decidir? qual será o rumo a ser tomado?
Muita coisa tem se comentado sobre pesquisas eleitorais em Pernambuco. No entanto, o que se viu de movimentação entre as duas principais pré-campanhas no mês de janeiro, com denúncias de um lado a outro, parece que momentaneamente "esfriou".
Tantas denúncias, notícias negativas, acusações de arapongagem, entre outros, fizeram o cenário se mover. Hoje, temos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) disputando o Governo, mas com uma vantagem menor para o prefeito do Recife.
O que pode fazer com que uma nova pesquisa divulgada neste mês de março possa trazer um cenário tão diferente que os demais? simples: a decisão de votos de quem ainda não está interessado na campanha política e que está ainda tomando ciência sobre o assunto ao longo do ano.
Já tivemos o Carnaval, daqui a pouco teremos a páscoa, depois teremos às festas juninas, copa do mundo, para aí sim, chegarmos a campanha eleitoral. Até lá é convencimento daqueles que não estão nem de um lado e nem do outro e também daqueles que tendo conhecimento ainda não tem segurança no voto. Dizem que "votam" mas que "podem mudar de voto".
Com presença de Lupi, Marília Arraes assina filiação ao PDT no dia 12, próxima quinta-feira, em Recife

A “Suíça Pernambucana” com frio no Nordeste e temperaturas de até 10 °C e o festival de inverno mais disputado da América Latina



Os pernambucanos que aparecem na lista do banqueiro Daniel Vorcaro apreendidas pela PF
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| Silvio Costa Filho, Mila Rueda e Antônio Rueda |

Bola da vez na luta pelo Senado, PP navega entre polos divergentes e ameaça de risco iminente

O Partido Progressista, comandado pelo deputado federal Eduardo da Fonte tornou-se a bola da vez no emaranhado político em que se transformou a eleição para o Senado em Pernambuco.
Prestes a ver sua bancada na Assembleia Legislativa de Pernambuco passar de 8 para 11 deputados, após a janela partidária, a legenda virou motivo de disputa nos bastidores entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito João Campos (PSB) depois que, somado a isso, uma Federação que está para ser sacramentada entre ele e o União Brasil dará a Eduardo da Fonte o poder de comando no conglomerado a ser formado, com grande tempo de televisão e expressiva soma de fundo eleitoral.
Mas o que se tinha como pacífico até pouco tempo, como a certeza de que o PP marcharia com a governadora Raquel Lyra pois está na base do seu Governo desde 2023 ocupando expressivos espaços no poder estadual, acabou desnudado nas duas últimas semanas, quando o prefeito João Campos revelou em reuniões com lideranças do PT no Recife e em Brasília que o companheiro do senador Humberto Costa (PT) em sua chapa para o Senado seria o deputado Eduardo da Fonte.
Medo e ficar sem mandato

Até agora o parlamentar não se pronunciou oficialmente sobre o assunto e deputados estaduais progressistas informaram a este blog que ele não tem demonstrado interesse em mudar de lado.
Não é isso que se comenta nos corredores do Palácio Capibaribe e do Palácio do Campo das Princesas. Com uma razão de ser: antes que qualquer comentário surgisse a esse respeito, ele teria citado à própria governadora seu desejo de disputar no mesmo palanque de Humberto.
Na época, sugeria que Raquel fizesse uma aliança com o PT para que ele aceitasse concorrer ao Senado, mesmo sabendo do acordo PSB/PT.
“Eduardo morre de medo de ficar sem mandato e está buscando uma forma de concorrer com menor risco”, disse esta semana um deputado estadual da base governista, alegando que ele estaria convencido de que, ao lado de Humberto, conseguiria votos à esquerda suficientes para superar os demais concorrentes com a soma de sufrágios que acredita ter condições de ir buscar na direita e no centro.
Esse mesmo deputado afirmou que “a governadora tem razão suficiente para estar desconfiada de que Eduardo da Fonte está mesmo entendido com João Campos”.
A continuar assim, o PP pode passar por maus bocados, é o que se comenta na Alepe. A razão para isso estaria na crescente irritação com o seu comportamento no meio governista.
Apesar de negar que vá sair da base da governadora, ele pouco tem ido ao Palácio e há muito não participa de agendas oficiais, embora todo início ou final de semana divulgue visitas até a hospitais públicos acompanhado apenas do filho Lula da Fonte, também deputado federal.
Risco iminente
O que o PP perderá se deixar a base de Raquel e se aliar ao prefeito João Campos, além do grande espaço que ocupa na administração estadual que inclui a secretaria de Turismo e órgãos como Lafepe, Detran e Ceasa?
O perigo maior e já passível de comentários é a possibilidade de a legenda perder quadros quando está para assumir o protagonismo na Assembleia com a maior bancada entre os partidos ali representados, como foi revelado neste mesmo espaço na semana passada.
Da mesma forma que deputados e prefeitos fizeram Eduardo da Fonte soltar uma nota de apoio a Raquel, parte deles poderá resistir a se afastar da legenda a tempo de disputar o mandato por outro partido.
Se isso ocorrer, o PP também pode deixar de ganhar pelo menos dois novos deputados que pretendem se filiar à legenda até o dia 04 de abril. E na expectativa de conquistar um mandato de senador, perder representatividade e força eleitoral para formar alianças fundamentais na disputa de um cargo majoritário.
Por que eles têm medo de Marília Arraes?
Nos bastidores da eleição de 2026 em Pernambuco, uma pergunta começa a circular entre analistas políticos: por que parte das cúpulas do campo progressista demonstra tanta cautela diante da possibilidade de Marília Arraes disputar o Senado?
A ex-deputada, que agora estará em um partido com maior peso nacional e mais tempo de televisão (PDT) aparece nas pesquisas com vantagem relevante sobre outros nomes cotados e, mesmo assim, sua presença na chapa majoritária liderada por João Campos passou a ser tratada com atenção redobrada nas mesas onde se decide a engenharia política da eleição.
Enquanto a polarização entre João Campos e a governadora Raquel Lyra se intensifica, cresce entre observadores a percepção de que o verdadeiro centro da disputa estadual pode acabar sendo a corrida pelas duas vagas ao Senado. Nesse tabuleiro, dois nomes concentram hoje grande parte da atenção do mundo político: Marília Arraes e Eduardo da Fonte.
No campo liderado por João Campos também aparecem como postulantes Silvio Costa Filho, Miguel Coelho e Humberto Costa. Este último visto como praticamente consolidado na chapa pela aliança nacional com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nos bastidores, comenta-se também sobre um novo fator que passou a influenciar os cálculos políticos. Durante muito tempo tratado como fiel da balança em disputas estaduais, Eduardo da Fonte hoje pode se transformar em um problema para quem decidir carregá-lo na chapa.
Para João Campos, a entrada de Dudu na Frente Popular abriria uma narrativa delicada: a de ter deixado de prestigiar pré-candidatos que estiveram ao seu lado nos últimos anos para acomodar um aliado vindo do outro campo político.
Já para Raquel Lyra, a relação com o deputado também tem ficado por um fio. Nos bastidores, comenta-se que as demandas de Dudu por espaço e estrutura no Estado vêm tensionando a relação com a governadora e até com deputados estaduais ligados a ele.
Além disso, uma oficialização de Dudu na chapa de Raquel exigiria cautela num momento em que a governadora busca reduzir distâncias com o projeto lulista e evitar que o presidente Lula entre de vez na eleição estadual declarando apoio explícito ao palanque de João. Este é o cenário que interessa a Lula, numa eleição apertada, que vai precisar de dois palanques lulistas na disputa pelo governo.
Dentro desse jogo, outro cenário também é observado. Caso Humberto Costa e Eduardo da Fonte avancem como candidatos ao Senado dentro da mesma frente política, interlocutores do processo avaliam que dificilmente aceitariam dividir protagonismo de campanha com Marília. Na prática, isso poderia deixá-la livre para tomar outras decisões políticas ao longo da eleição.
Outra interrogação que circula entre observadores diz respeito ao papel de Silvio Costa Filho. O ministro aceitaria disputar a vice de João Campos? Ou poderia surgir um movimento diferente caso seu projeto ao Senado também seja preterido? E, como em política, raramente decisões estratégicas são tomadas de forma isolada, quais são as possibilidade de o ministro de Lula e Marília Arraes comporem a chapa de Raquel?
Por trás dessas movimentações, uma leitura começa a ganhar espaço entre observadores da política pernambucana. O incômodo com o nome de Marília Arraes parece menos relacionado à sua competitividade eleitoral, reconhecida até por adversários, e mais ao crescimento de uma liderança que carrega o peso simbólico do legado de Miguel Arraes e que, no futuro, poderia disputar protagonismo dentro do próprio campo progressista.
Nos corredores da política estadual, a pergunta continua ecoando,
ainda que raramente em público:
o problema é a candidatura de Marília Arraes… ou o tamanho político que ela pode alcançar depois dela
Lula lidera cenários, mas avanço de Flávio Bolsonaro acende alerta no Planalto
Por Edmar Lyra
A nova rodada do Datafolha sobre a corrida presidencial de 2026 revela um cenário mais competitivo do que o observado meses atrás. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 46% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, que soma 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, o resultado configura empate técnico. O dado que mais chama atenção, no entanto, é a tendência: em dezembro, Lula tinha 51% contra 36% do adversário. Ou seja, em poucos meses houve redução significativa da vantagem do presidente e crescimento consistente do candidato ligado ao campo bolsonarista. A disputa que antes parecia confortável para o petista começa a ganhar contornos de competição real.
A explicação para esse movimento passa por fatores políticos e de avaliação de governo. Embora Lula ainda mantenha patamares relevantes de intenção de voto e lidere em todos os cenários testados, os números sugerem um desgaste natural de quem está no exercício do poder. A avaliação do governo e o humor econômico costumam influenciar diretamente as pesquisas eleitorais, sobretudo quando se aproxima a metade final do mandato. Nesse contexto, parte do eleitorado que votou em Lula em 2022 pode demonstrar frustração ou cautela, o que ajuda a explicar a redução de sua vantagem nas simulações de segundo turno. Ao mesmo tempo, o campo conservador parece reencontrar um polo competitivo, mesmo após os abalos políticos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Outro ponto relevante é a rejeição. Historicamente, Lula possui uma base eleitoral sólida, mas também carrega níveis elevados de rejeição, fenômeno comum a lideranças muito polarizadoras. Esse fator tende a limitar seu teto eleitoral, especialmente em disputas de segundo turno. Por outro lado, Flávio Bolsonaro começa a aparecer nas pesquisas como herdeiro político de parte do eleitorado bolsonarista, capturando o voto mais ideológico da direita. Seu crescimento nas simulações indica que o campo conservador mantém capacidade de mobilização, ainda que o próprio ex-presidente esteja fora da disputa. Em outras palavras, a polarização que marcou a política brasileira nos últimos anos permanece viva, apenas com novos protagonistas.
Os demais cenários testados pelo Datafolha reforçam essa leitura. Lula vence também confrontos contra Tarcísio de Freitas, Ratinho Junior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, mas sempre por margens relativamente apertadas. Já quando o nome testado é o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o quadro se torna ainda mais equilibrado: ele aparece numericamente atrás de Flávio Bolsonaro e empatado com Ratinho Jr. Esses dados sugerem que a força eleitoral do campo governista está muito associada à figura de Lula. Em síntese, a pesquisa indica que o presidente continua competitivo e favorito em vários cenários, mas também mostra que a eleição de 2026 tende a ser novamente marcada por forte polarização e por uma disputa mais aberta do que se imaginava até pouco tempo atrás.
domingo, 8 de março de 2026
Prefeito de João Alfredo, Zé Martins diz que João Campos está em "Queda Vertiginosa" e acredita na vitória de Raquel Lyra

O prefeito de João Alfredo, Zé Martins, aliado da governadora Raquel Lyra, comentou, em entrevista exclusiva ao Blog do Alberes Xavier e à Rede Pernambuco de Rádios, a recente queda do prefeito do Recife, João Campos (PSB), nas pesquisas de intenção de voto para o Governo de Pernambuco.








