segunda-feira, 16 de março de 2026

Família Coelho deve anunciar apoio a Raquel ainda esta semana

Do Blog Cenário

Foto: Divulgação

Há pouco, uma fonte que acompanha de perto os bastidores e as conversas entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o presidente estadual do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, informou ao Blog Cenário que a família Coelho cujo principal reduto político é a cidade de Petrolina deve anunciar ainda esta semana apoio à reeleição da chefe do Executivo estadual.

Pessoas próximas a Raquel e a Miguel já estariam, inclusive, em diálogo para alinhar a forma e o momento do anúncio. Caso se confirme, o movimento tende a redesenhar o tabuleiro político em Pernambuco, sobretudo no Sertão, onde a influência do grupo Coelho é historicamente significativa.

Ainda não se sabe qual será o espaço majoritário ocupado por Miguel após o anúncio da aliança ou se o ex-prefeito de Petrolina pretende disputar outro cargo no pleito que se avizinha.

A chapa de Raquel?






Blog Do Elielson - Os bastidores da sucessão estadual começam a ganhar novos contornos. Informações obtidas pela coluna apontam que a chapa da governadora Raquel Lyra deverá caminhar para reunir três nomes de peso na disputa: a ex-deputada Marília Arraes, o ex-prefeito de Petrolina e ex-candidato ao governo Miguel Coelho e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Nos bastidores, a leitura é de que uma adesão formal deve ocorrer nos próximos dias, consolidando um movimento que vem sendo costurado longe dos holofotes.

O arranjo também muda o eixo da disputa pela Federação União Progressista em Pernambuco. A articulação de Miguel Coelho e Mendonça Filho, agora tenta levar a federação para o palanque da governadora. Já Eduardo da Fonte vai se mexer para levar para João Campos.

Miguel Coelho e Silvio Costa Filho já teriam sinalizado adesão ao projeto político de Raquel Lyra e devem tornar pública a decisão em breve, Marília aguarda o movimento coordenado por Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, seu novo partido

Acordo entre Marília Arraes e Silvio Filho é para que Raquel tenha ambos para o Senado

 

Foto: Divulgação

Corre nos bastidores da política pernambucana que há possibilidade, sim, de o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos) e a ex-deputada Marília Arraes (que se filiará ao PDT) serem os candidatos ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). De acordo com a apuração do Blog Dantas Barreto, há um acordo entre Silvio e Marília de que só iriam os dois juntos. E que isso foi colocado nas conversas com Raquel quando lhes foram oferecidas as vagas na majoritária.

Tanto o ministro quanto a deputada querem evitar um segundo candidato com perfil mais à direita, já que ambos têm identificação com o presidente Lula (PT). Na semana passada, Silvio e Marília Arraes se encontraram em Brasília e fizeram questão de publicar nas redes sociais. “Vamos juntos fortalecer o time de Lula”, escreveu o ministro.

Aliados de Silvio Filho confirmaram a notícia publicada no Blog Dellas, nesta segunda-feira (16), de que ele e Raquel Lyra se encontraram no sábado passado. Marília já teve uma conversa com a governadora. E o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, revelou que Raquel demonstrou interesse em ter a sua futura correligionária na chapa.

Por trás disso há uma insatisfação de Marília, Silvio Costa Filho e Miguel Coelho (UB) com as articulações do pré-candidato a governador e presidente nacional do PSB, João Campos. Apesar de os três aliados terem afirmado diversas vezes que estariam ao lado do socialista, não teria havido sinalização sobre quem ocuparia a segunda vaga do Senado, já que a outra está praticamente acertada com Humberto Costa (PT).

O caldo engrossou quando surgiu a notícia de que João Campos iniciou as negociações com o presidente do PP, deputado Eduardo da Fonte, para concorrer ao Senado. O progressista é da base aliada de Raquel Lyra e tem correligionários ocupando cargos no Estado.

E ainda tem outro personagem nesse imbróglio. O presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (MDB), se mantém interessado em ser o candidato a vice-governador pela Frente Popular.

Como o prazo para troca e filiação partidária, além da desincompatibilização dos cargos, termina em 3 de abril, possivelmente, João Campos terá novas conversas com Marília, Silvio e Miguel visando acalmar os ânimos e, quem sabe, oferecer algo que evite a migração dos aliados para o lado de Raquel Lyra.

Apoio ao fim da escala 6x1 cresce e atinge 71%dos brasileiros aponta pesquisa Datafolha


A maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala de trabalho 6×1. O apoio à mudança aumentou nos últimos meses e já alcança 71% da população, segundo levantamento do instituto Datafolha realizado entre 3 e 5 de março.De acordo com dados divulgados pela Folha de S.Paulo, a pesquisa indica crescimento em relação ao levantamento anterior, feito em dezembro de 2024, quando 64% defendiam a redução do número máximo de dias trabalhados por semana. No novo estudo, 27% dos entrevistados disseram ser contrários à mudança e 3% não opinaram.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Debate no Congresso e posição do governo

A discussão sobre o fim da escala 6×1 ocorre atualmente no Congresso Nacional. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem indicado que a prioridade do debate não é apenas o modelo de dias trabalhados, mas a redução da jornada semanal de trabalho.

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a proposta defendida pelo governo prevê diminuir a carga semanal de 44 para 40 horas sem reduzir salários. Em entrevista à Folha, ele afirmou:

“A lei tem que estabelecer a redução de jornada sem redução de salário, e a grade, com dois dias de descanso na semana, deve ser definida pelas negociações.”

Essa posição representa uma flexibilização em relação à proposta de emenda à Constituição apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que prevê redução mais ampla da jornada semanal, de 44 para 36 horas.

Perfil dos trabalhadores e apoio à medida

A pesquisa também investigou o perfil da população economicamente ativa. Entre os entrevistados, 53% afirmam trabalhar até cinco dias por semana, enquanto 47% dizem atuar seis ou sete dias.
Curiosamente, o grupo que trabalha mais dias demonstra apoio um pouco menor ao fim da escala 6×1. Entre aqueles que trabalham seis ou sete dias, 68% apoiam a mudança. Já entre os que atuam até cinco dias por semana, o apoio chega a 76%.

O levantamento sugere que parte dessa diferença pode estar relacionada ao perfil profissional. Entre quem trabalha mais dias, há maior presença de autônomos e empresários, para quem jornadas mais longas podem representar aumento de renda. Já entre trabalhadores com jornadas de até cinco dias, há maior participação de servidores públicos, cuja remuneração não costuma variar com o número de horas trabalhadas.

Quanto à carga diária, 66% dos entrevistados afirmam trabalhar até oito horas por dia. Outros 28% dizem atuar entre mais de oito e 12 horas diárias, enquanto 5% relatam jornadas superiores a 12 horas.

Impactos esperados para empresas e economia

A percepção sobre os efeitos da mudança nas empresas aparece dividida. Para 39% dos entrevistados, a redução da jornada teria impactos positivos, enquanto o mesmo percentual acredita em consequências negativas.

Na pesquisa anterior, realizada em dezembro de 2024, a visão pessimista era ligeiramente maior: 42% apontavam possíveis efeitos negativos para as empresas.

Especialistas também divergem sobre os efeitos econômicos da medida. Algumas análises apontam que a redução da jornada poderia elevar custos empresariais, reduzir vagas formais e afetar o Produto Interno Bruto (PIB). Outros estudos indicam que os impactos poderiam ser administrados com planejamento, com aumento pontual de despesas e sem crescimento significativo do desemprego.

Qualidade de vida dos trabalhadores

Quando a análise se volta para os trabalhadores, o otimismo é maior. Segundo o Datafolha, 76% dos entrevistados acreditam que a redução da jornada seria ótima ou boa para a qualidade de vida.

Entre quem trabalha até cinco dias por semana, esse índice chega a 81%. Já entre aqueles que atuam seis ou sete dias por semana, o percentual é de 77%.

Em relação aos efeitos para a economia brasileira como um todo, metade dos entrevistados (50%) acredita que o impacto será positivo. Outros 24% avaliam que os efeitos podem ser negativos.

No plano individual, 68% dos entrevistados afirmam que o fim da escala 6×1 teria impacto positivo em suas próprias vidas.

Tempo livre e rotina de trabalho

O levantamento também investigou como os brasileiros percebem seu tempo para descanso e lazer. Quase metade dos entrevistados (49%) afirma ter tempo suficiente para essas atividades. Já 43% dizem que o tempo disponível é insuficiente, enquanto 8% consideram que têm mais tempo do que o necessário.

Entre os trabalhadores que atuam seis ou sete dias por semana, 59% avaliam que não possuem tempo suficiente para descanso e lazer — proporção que é praticamente o dobro da registrada entre quem trabalha até cinco dias (29%).

Diferenças por posicionamento político

O apoio à mudança também varia de acordo com preferências políticas. Entre eleitores de Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2022, 55% apoiam o fim da escala 6×1, enquanto 43% são contrários.

Já entre os eleitores de Lula, o apoio é mais amplo: 82% defendem a redução da jornada semanal e 16% são contrários.

A percepção sobre os efeitos econômicos da medida também acompanha essa divisão. Entre os eleitores de Lula, 63% acreditam que a mudança traria impactos positivos para a economia. Entre os eleitores de Bolsonaro, esse índice cai para 37%.

Religião, idade e gênero influenciam opiniões

O levantamento também aponta diferenças de opinião segundo religião, idade e gênero.

Entre católicos, 69% apoiam o fim da escala 6×1, enquanto entre evangélicos o percentual é de 67%. Já entre pessoas que frequentam igrejas mais de uma vez por semana, o apoio cai para 63%, enquanto entre aqueles que frequentam apenas uma vez por ano chega a 81%.

No recorte etário, o apoio é maior entre jovens. Entre entrevistados de 16 a 24 anos, 83% defendem a redução da jornada. O índice cai para 75% entre pessoas de 35 a 44 anos e chega a 55% entre os com 60 anos ou mais.

No recorte de gênero, as mulheres demonstram maior apoio à mudança: 77% se posicionam a favor do fim da escala 6×1, enquanto entre os homens o percentual é de 64%.

Após TCE-PE suspender Licitação, Prefeitura de Garanhuns revoga Processo de R$ 6 milhões para Manutenção de Praças, Calçadas e Cemitérios

Por Carlos Eugênio - A Prefeitura de Garanhuns revogou a Licitação que previa a contratação de Empresa para serviços de manutenção de Praças, Calçadas e Cemitérios, no Município.

A decisão ocorre após o Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) suspender o Certame por Indícios de Irregularidades e determinar uma Auditoria Especial para analisar detalhadamente o Processo Licitatório.

O Aviso de Revogação foi publicado no Diário Oficial dos Municípios. O ato foi assinado pelo secretário de Infraestrutura, Obras e Serviços Públicos, Fá Albino, que justificou a decisão com base “em razões de interesse público”. O processo tinha valor estimado em R$ 6 milhões de reais.

De acordo com o Relatório Preliminar de Auditoria, um dos principais indícios de irregularidades levantados foi a ausência de orçamento estimativo detalhado, com planilhas de quantitativos e custos unitários. Segundo os Auditores, a própria Prefeitura teria admitido que não utilizou cálculo técnico para definir o valor global da licitação.

Outro questionamento do Tribunal diz respeito à possível restrição à competitividade. O edital exigia atestado técnico específico para “construção ou reforma de praça”, exigência que, segundo o TCE-PE, pode ser desproporcional ao objeto da contratação, já que cerca de 79% da área de intervenção prevista correspondia a manutenção de calçadas e equipamentos públicos.

O Tribunal também apontou possível irregularidade na adoção da inversão de fases no pregão, modelo em que a habilitação das Empresas ocorre antes da disputa de lances.

Para o Relator, não houve justificativa técnica suficiente que demonstrasse ganhos de eficiência com o procedimento, o que pode contrariar regras previstas na nova Lei de Licitações.

Com a revogação do processo pela Prefeitura de Garanhuns, o Processo deverá ser arquivado pelo TCE-PE.

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Governadora Raquel Lyra deve decidir o futuro político de Izaías Régis, se sai candidato a Deputado Estadual ou Federal


O futuro político de Izaías Régis está de fato, muito ligado às articulações da governadora Raquel Lyra, especialmente pela posição de confiança que ele ocupa junto do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Embora a decisão final passe pelo grupo político, aqui está o cenário atual para 2026:

As Opções de Candidatura

 * Deputado Estadual (Reeleição): É o caminho mais natural. Com uma base consolidada no Agreste Meridional (especialmente em Garanhuns), a reeleição para a Alepe permitiria que ele continuasse sendo a principal voz de Raquel no legislativo estadual.

 * Deputado Federal: Existe sempre a ventilação desse nome para Brasília, caso a estratégia da governadora precise de um palanque forte na região para ajudar a legenda a puxar votos para a Câmara Federal. No entanto, isso depende de como as chapas do PSDB (ou da federação com o Cidadania/Podemos) serão montadas.

O Peso de Raquel Lyra

A governadora tem em Isaías um dos seus aliados mais leais e experientes. A decisão sobre qual cargo ele deve disputar será estratégica para o governo:

 * Fortalecimento da Alepe: Se Raquel sentir que precisa manter um articulador experiente "dentro de casa" para garantir governabilidade no próximo mandato, a tendência é que ele fique no estado.

 * Bancada em Brasília: Se o foco for aumentar a influência de Pernambuco e do PSDB no Congresso Nacional, o convite para a candidatura Federal ganha força.

Garanhuns no Centro

Vale lembrar que o desempenho da oposição e da situação em Garanhuns também dita o ritmo. Isaías mantém uma postura muito ativa na defesa da cidade — como vimos recentemente na discussão sobre a data de aniversário do município e na busca por recursos para obras como o Hospital Mestre Dominguinhos.

Raquel Lyra se antecipa e pega Eduardo da Fonte de surpresa no xadrez político de Pernambuco


portaldascidadespe - 
Nos bastidores da política pernambucana, uma movimentação estratégica da governadora Raquel Lyra (PSD) teria surpreendido o deputado federal Eduardo da Fonte (PP). Segundo informações de fontes ligadas ao Palácio do Campo das Princesas, a governadora decidiu agir antes que o parlamentar repetisse um movimento político que, segundo aliados, já se tornou conhecido no meio político.

Eduardo da Fonte é visto por muitos analistas como um articulador habilidoso, conhecido por manter suas posições políticas abertas até os últimos momentos das janelas partidárias, usufruindo da estrutura e da força política de alianças até o limite do prazo e, em seguida, reposicionando seu grupo de acordo com o cenário mais conveniente.

Dessa vez, no entanto, o cálculo pode não ter saído como o esperado. De acordo com interlocutores do governo, Raquel Lyra teria percebido que o deputado poderia repetir a mesma estratégia em relação ao seu grupo político e decidiu antecipar o movimento. Ao identificar a aproximação de Eduardo da Fonte com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), o Palácio passou a reorganizar rapidamente o tabuleiro político.

A reação foi imediata: lideranças e parlamentares ligados ao grupo de Eduardo começaram a ser procurados por partidos da base da governadora. Nos bastidores, comenta-se que alguns nomes já estariam sendo realocados para outras siglas alinhadas ao governo estadual, o que, na prática, poderia enfraquecer a formação de uma chapa competitiva sob a influência do deputado.

Analistas políticos avaliam que a governadora “se antecipou ao lance”, numa metáfora muito usada na política: Raquel teria dado um verdadeiro “drible” no adversário antes mesmo da jogada final. Enquanto isso, o campo governista já trabalha na construção de sua estratégia para o Senado e para a eleição estadual sem depender diretamente do grupo político de Eduardo da Fonte.

Outro ponto comentado nos bastidores é que a movimentação pode ter impacto direto no eleitorado de centro-direita, segmento que parte da base política do deputado representava. Com a nova configuração, esse espaço político tende a ser disputado por outras lideranças alinhadas à governadora.

Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco promove conscientização contra feminicídio ao aderir à campanha do Instituto Banco Vermelho

  Senac Pernambuco instala bancos simbólicos em unidades do Estado e realiza palestras educativas sobre o tema. No Sesc, haverá programação alusiva ao tema do dia 13 ao dia 15 de março. 


O Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco participa da campanha Banco Vermelho, uma iniciativa de combate aos crimes contra as mulheres. A ação consiste na instalação de bancos vermelhos em espaços públicos, sendo uma representação física de acolhimento e símbolo de memória das vítimas de feminicídio, para conscientizar e incentivar a denúncia. A campanha foi instituída no Brasil pela Lei Federal nº 14.942/24, que integra o Banco Vermelho à política pública nacional de enfrentamento ao feminicídio. 

O enfrentamento ao feminicídio exige atenção permanente da sociedade. Dados recentes indicam aumento de casos e evidenciam a complexidade do problema, que envolve fatores culturais, sociais e institucionais. Em 2025, o Brasil registrou cerca de 3,7 milhões de vítimas de algum tipo de violência doméstica ou familiar, segundo pesquisa do DataSenado. Em 2026, o cenário ainda preocupa, com ocorrências cada vez maiores, reforçando a necessidade de ampliar o debate, a conscientização e as ações de prevenção.

 

A campanha do Banco Vermelho no Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco contribui para o desenvolvimento de competências socioemocionais e para a construção de uma cultura organizacional e educacional que valoriza o respeito, a equidade e o cuidado. No Senac, já foram instalados Bancos nos complexos em Recife, Caruaru, Garanhuns, Paulista, Vitória de Santo Antão, Petrolina e Serra Talhada. A campanha também prevê a produção de cartilhas digitais e desenvolvimento de ações pedagógicas em sala de aula, além de palestras para o público interno. Um exemplo foi a palestra realizada no Senac Recife, nesta quarta-feira (11), com o tema 'Rompendo o ciclo do silêncio', um momento de diálogo e conscientização sobre o ciclo da violência, sinais de alerta e formas de acolhimento.
 
Já no Sesc, o projeto foi iniciado no final de 2025 nas 23 unidades da instituição localizadas em 17 cidades pernambucanas. Todas elas possuem bancos vermelhos instalados e, desde então, desenvolvem atividades diversas para a população, clientes e funcionários sobre o tema da violência contra a mulher. E neste fim de semana (13 a 15/3), durante o evento de celebração dos 79 anos do Sesc em Pernambuco, haverá espaço na programação do "Viradão Sesc" para orientações sobre violência contra a mulher, como oficinas, caminhada em alusão à luta contra o feminicídio, orientações e recitais em alusão ao tema.
"A adesão do Sistema Fecomércio-PE ao Instituto Banco Vermelho reforça o nosso compromisso com a promoção de ambientes educacionais e laborais mais seguros e inclusivos, além de fortalecer iniciativas de enfrentamento às violências de gênero e de formação cidadã, ampliando a capacidade das entidades do Sistema Comércio de atuar de forma proativa", explica Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE.

Banco Vermelho

O Sistema Fecomércio/Sesc/Senac PE é um dos apoiadores e o Senac está instalando bancos nas escolas de vários municípios pernambucanos. Os bancos são vermelhos em uma referência à cor do sangue das vítimas e trazem mensagens para provocar a reflexão, além de disseminar informações sobre canais de ajuda para as vítimas.

SOBRE O IBV

O Instituto Banco Vermelho é uma organização brasileira, sem fins lucrativos e suprapartidária, fundada em 25 de novembro de 2023 com a missão de atuar em frentes de prevenção à violência de gênero e em prol do feminicídio zero. Presente em mais de 16 estados e com mais de 200 bancos instalados pelo país, o instituto vai muito além do símbolo do banco na cor vermelha: dedica-se a educar, conscientizar e ampliar o entendimento da população sobre a gravidade do crime de gênero, atuando em parceria com instituições públicas, iniciativas privadas e entidades setoriais.

Detentor da marca "Feminicídio Zero", o IBV mantém um Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério das Mulheres, fortalecendo ações nacionais de enfrentamento à violência contra a mulher. A instituição também conta com a Lei Federal nº 14.942, sancionada em 31 de julho de 2024, que reconhece e amplia a relevância de suas iniciativas.

Izaías Régis recebe governadora Raquel Lyra em Garanhuns durante a ExpoGaranhuns e destaca investimentos do Estado na região

O deputado estadual Izaías Régis recebeu, nesta sexta-feira (13), a governadora Raquel Lyra em Garanhuns, durante visita à ExpoGaranhuns 2026, realizada no Parque Acauã. A agenda contou com anúncios e entregas importantes para a região, incluindo a ampliação do programa Leite para Todos, a entrega de equipamentos e investimentos voltados ao fortalecimento da agropecuária.

Durante o evento, a governadora anunciou a ampliação do programa Leite para Todos, que passará de 12 mil para 24 mil litros de leite distribuídos por dia, beneficiando cerca de 100 mil pessoas em 51 municípios pernambucanos. A iniciativa conta com investimento de R$ 11 milhões e fortalece a agricultura familiar ao garantir a compra da produção de pequenos produtores para distribuição às famílias em situação de vulnerabilidade social cadastradas no CadÚnico.

Também durante a agenda foram entregues três ônibus escolares para o município de Garanhuns e três tratores destinados aos municípios de Jurema, Saloá e Terezinha, solicitações do deputado Izaías Régis, atendidas pelo Governo do Estado, reforçando o apoio ao setor agropecuário e à educação na região.

Izaías Régis destacou a importância da presença do Governo do Estado no município e ressaltou o empenho na articulação para garantir recursos que viabilizaram a realização da ExpoGaranhuns, considerada uma das maiores feiras agropecuárias de Pernambuco. 

“Essa é uma feira que fortalece o agronegócio, valoriza os produtores e movimenta a economia de toda a região. Trabalhamos junto ao Governo do Estado para garantir os recursos necessários para a realização da ExpoGaranhuns e ver esse evento acontecendo com o apoio da governadora Raquel Lyra é motivo de grande satisfação”, afirmou o parlamentar.

A ExpoGaranhuns recebeu um investimento de cerca de R$ 1,3 milhão do Governo do Estado de Pernambuco, reunindo criadores, produtores e expositores de diversos municípios do Nordeste e reforçando a vocação agropecuária do Agreste Meridional.

O deputado também destacou que o apoio do Governo do Estado tem se refletido em importantes obras estruturadoras para Garanhuns, fruto de demandas apresentadas por seu mandato e atendidas pela governadora. Entre elas estão a construção da Maternidade , a implantação do Hospital Mestre Dominguinhos e a construção do Instituto de Medicina Legal de Garanhuns, equipamentos que irão fortalecer a rede de saúde e serviços públicos da região.

“São obras muito aguardadas pela população e que saíram do papel graças ao nosso empenho e o compromisso da governadora Raquel Lyra. A maternidade, o Hospital Mestre Dominguinhos e o novo IML são conquistas importantes para Garanhuns e para todo o Agreste Meridional”, destacou Izaías Régis.

A visita da governadora à ExpoGaranhuns reforçou o compromisso do Governo de Pernambuco com o desenvolvimento do agronegócio e com investimentos estruturadores para o interior do Estado.

O jogo do ganha-ganha entre Raquel e Marília

 

Foto: Divulgação

Por Edmar Lyra

Prestes a formalizarem sua aliança, Raquel Lyra e Marília Arraes concretizam um desfecho em que ambas saem fortalecidas. Líder absoluta nas pesquisas, Marília precisava de um palanque que garantisse segurança eleitoral, evitando repetir os tropeços de 2020 e 2022, quando seu potencial não se traduziu em vitória. Ao se aliar à governadora, Marília combina seu capital eleitoral ao capital político de Raquel, garantindo tração e visibilidade para sustentar sua pré-candidatura ao Senado até outubro.

Para Marília, o acordo vai além da presença em um palanque competitivo. A aliança com Raquel oferece legitimidade e articulação administrativa, permitindo que seu eleitorado seja mobilizado de forma eficiente e evitando dispersão de votos. A parceria transforma sua candidatura em uma força mais previsível e resistente ao desgaste político, combinando tradição familiar e relevância histórica com alcance territorial e experiência de governo.

Raquel Lyra, por sua vez, também se beneficia estrategicamente. Ter Marília Arraes, legítima herdeira do legado de Miguel Arraes, em seu palanque significa atrair setores importantes do eleitorado progressista e reforçar a conexão com a tradição política de Pernambuco. Em um estado majoritariamente lulista, a presença de Marília funciona como um antídoto contra a nacionalização da eleição e impede que adversários consigam associar o projeto de Raquel ao bolsonarismo.

Mesmo aliando-se a Marília, o fato de não ter o PT formalmente em sua coligação mantém Raquel como a opção mais palatável para o eleitor bolsonarista. Embora minoritário em Pernambuco, esse eleitorado pode ser determinante na definição do resultado, e o equilíbrio da aliança permite que Raquel amplie seu espectro de votos sem comprometer sua identidade política. O desfecho ainda depende de oficialização, mas já evidencia que ambas conseguem extrair o máximo da parceria: Marília consolida capital político e eleitoral, e Raquel reforça seu palanque com estratégia e amplitude.

sexta-feira, 13 de março de 2026

DANDO UMA DE MÃE DINÁH: *OS BASTIDORES DA TRAIÇÃO*

 *Por Ricardo Antunes*.



“Raquel não ganha”, afirmou em tom enfático o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) durante uma conversa reservada com parlamentares do partido. A frase foi dita diante de alguns deputados e seguida de uma pergunta que acabou aumentando ainda mais o clima de tensão dentro da legenda. "Quem topa abandonar esse barco?", disse em tom sarcástico.

Segundo relatos de bastidores, o episódio aconteceu há cerca de quinze dias. Inicialmente, estava marcada uma reunião entre Dudu da Fonte e a bancada do PP na sede do partido que definiria o apoio do partido a governadora Raquel Lyra (PSD) com Dudu na chapa.

Poucas horas antes, no entanto, a reunião foi desmarcada sob o argumento que o manda chuva do PP havia embarcado às pressas para Brasília. Era pulha.

No mesmo dia, pela noite, Eduardo da Fonte era visto comendo um pizza em Boa Viagem ao lado do filho, Lula da Fonte, e alguns deputados.

Para não criar um clima ruim com a governadora pelo súbito cancelamento, foi dada uma nota à imprensa afirmando que a legenda permaneceria ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD). Era blefe.

Duas semanas depois, o deputado federal convocou os parlamentares para uma reunião onde disse que, na avaliação dele, Raquel não venceria a eleição e que o cenário mais provável seria uma vitória do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Em tom considerado sarcástico por alguns presentes, ele teria perguntado se os deputados estariam dispostos a abandonar o projeto da governadora para apoiar João Campos.

A governadora resolveu agir rápido e encerrou qualquer tipo de conversa nesse com Eduardo a quem classificou como "desleal". Determinou que Tulio Vilaça, chefe da Casa Civil, fizesse um levantamento completo de todos os cargos do PP no governo, distribuídos no Detran-PE, Porto do Recife, Ceasa e Lafepe, dentre outros.

Pesquisa cai como bomba no plnalto: Flávio dispara mais de 8 pontos à frente de Lula num eventual 2º turno


Flávio voa... Lula derrete. Esse é o retrato atual do cenário eleitoral. Por isso, um clima de desespero toma conta do Planalto e surgem especulações até mesmo sobre uma eventual desistência de Lula.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente de Lula (PT) em simulações eleitorais de primeiro e segundo turno. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (11) pelo instituto Futura Inteligência em parceria com a Apex Partners. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores brasileiros com 16 anos ou mais em 829 municípios entre 2 e 6 de março.

Em um confronto direto no segundo turno, o pré-candidato do PL alcança 48,8% das intenções de voto. O atual chefe do Executivo federal registra 40,5%. A distância entre os dois atinge 8,3 pontos percentuais. Votos brancos e nulos totalizam 9%. Outros 1,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.