sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Raquel Lyra anuncia R$ 1,4 bilhão para municípios com concessão da Compesa, Garanhuns vai receber R$ 15 milhões

Governadora participa, nesta terça (20), de encontro da Amupe - Yacy Ribeiro/Secom

Com base nas informações mais recentes de 2026, a Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), anunciou o repasse de R$ 1,4 bilhão para os municípios pernambucanos, provenientes da concessão parcial da Compesa.

Aqui estão os pontos principais desse anúncio:

Destinação: Os recursos são voltados para investimentos em infraestrutura e saneamento nos municípios.

Anúncio: A confirmação foi feita durante a primeira Assembleia Geral Extraordinária da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) em janeiro de 2026.

Investimentos Globais: Além desse montante específico, a governadora prevê investimentos de mais de R$ 7 bilhões em 2026, incluindo operações de crédito e recursos federais.

Essa medida faz parte da estratégia de fortalecer a infraestrutura urbana e dialogar com os prefeitos no ano pré-eleitoral.

Até o momento, 175 municípios aderiram ao modelo. De acordo com o secretário de Planejamentos Estratégicos, Rodrigo Ribeiro, a gestão segue em diálogo com os outros nove. “Esse valor vai ser repassado em três parcelas, onde a primeira representa 60% do valor de cada município. Em setembro terá a segunda parcela que é mais 20% e, após dois anos, mais 20%. O importante é que o recurso seja destinado para investimento e em infraestrutura”, explicou.

Veja a lista de quanto cada município de Pernambuco irá receber





 

Datafolha: vantagem larga vira risco quando a curva começa a cair

João Campos ainda lidera com folga, porém o discurso dominante já fala em queda, enquanto Raquel Lyra consolida imagem de crescimento gradual.

Por Igor Maciel

João Campos e Raquel Lyra - Rodolfo Loepert/Prefeitura do Recife; Yacy Ribeiro/Secom

Numa campanha eleitoral, há uma regra elementar que a matemática impõe e a política confirma. Ninguém cresce para sempre e ninguém passa de 100%. Todo candidato encontra um teto. Mesmo os líderes mais populares carregam uma fatia consistente de rejeição. Saber o próprio teto é importante para não correr o risco de comemorar o topo quando ainda tem estrada demais pela frente.

Outra lição importante, e elementar, serve em qualquer época: eleição não se decide pelo ponto de partida. Decide-se pela trajetória. Um dos problemas para o PSB e para João Campos (PSB) talvez tenha sido acreditar que as pesquisas com quase 40 pontos percentuais de vantagem eram boas meses atrás. Pesquisa boa pode ser muito ruim, quando divulgada na época errada. Com tanto tempo de campanha ainda pela frente, vender uma trajetória de crescimento é mais fácil do que a história de quem já teve uma grande vantagem.

O resultado do primeiro levantamento do Datafolha este ano, divulgado nesta sexta-feira (6), é um alerta sobre isso. Em relação à pesquisa de outubro João caiu cinco pontos e Raquel Lyra (PSD) cresceu cinco. Antes ele tinha 52% e caiu para 47%. Ela tinha 30% e subiu para 35%.

As atenções são sempre mais positivas para quem cresce, mesmo que a distância ainda seja grande.

Datafolha

Há pelo menos dois anos esta coluna alerta para um erro estratégico da equipe de Campos por causa da antecipação da campanha. A divulgação constante de levantamentos mostrando índices próximos de 70% animou a própria bolha, mas elevou artificialmente a régua de comparação e gerou um clima de empolgação que era visivelmente vaporoso.

Quando o teto de um candidato é exibido e exaltado tão cedo, qualquer oscilação vira perda e você tem a ideia de derretimento gradual. Mesmo que a vantagem ainda seja muito grande.

Percepção

Os números atuais ainda deveriam ser vistos como confortáveis para o socialista. Manter vantagem de 12 pontos percentuais contra uma governadora no exercício do cargo não é trivial. Em condições normais, seria notícia positiva. O problema é a "trajetória". Os 47% contra 35% acabam sempre suscitando um complemento do tipo: "mas já foi quase 70%, não é?".

A conversa dominante no bastidor passou a ser a de que "ele cai enquanto ela cresce". Ou então: "A diferença encolheu". A expectativa geral passou a ser "quando será o empate?". A percepção de declínio pesa mais do que a vantagem estatística que é dele e não pode ser ignorada.

Dependendo do momento, pesquisa favorável produz efeito contrário. Em vez de transmitir força com o tempo, sugere desgaste.

Teto

O erro original ocorreu quando o PSB tratou a marca de quase 70% lá atrás como algo sustentável e passou a exibi-la como troféu permanente.

Aquilo já era o limite do teto. A partir dali, a única direção possível era para baixo. Cada ponto perdido passou a ser interpretado como crise, mesmo que ela não exista ainda. A antecipação da campanha provocada pelo próprio PSB consolidou essa leitura e ameaça encurtar o fôlego do projeto. O que não é bom para quem está ainda arregimentando forças.

Ritmo

Do outro lado, Raquel Lyra adotou estratégia mais gradual. Conteve expectativas, segurou a ansiedade e a impaciência dos aliados. Ainda não há cenário de favoritismo real e concreto para nenhum dos dois, muito menos para ela. O que existe é uma curva de crescimento constante da governadora, que melhora a disposição do eleitor a observá-la com mais simpatia.

Esse avanço, porém, depende de entrega. Reeleição exige obra, resultado e confiança administrativa. Se a gestão desacelerar, a curva também desacelera.

Campanha é movimento. Quem transmite sensação de avanço empolga. Quem aparenta perder fôlego precisa explicar demais e se perde.

Uma lembrança

Pernambuco já viveu essa dinâmica da importância da trajetória de forma didática. Em 2006, Eduardo Campos começou a disputa com 6% nas pesquisas e praticamente fora do jogo. Terminou eleito com 65,3% dos votos num segundo turno. No mesmo pleito, Humberto Costa (PT) liderou boa parte da corrida e, no fim, sequer chegou ao segundo turno. Um subiu de forma contínua. O outro perdeu fôlego.

Esta é a lição da primeira pesquisa do ano, reforçando o que ocorreu 20 anos atrás: trajetória vale mais que fotografia.

O recado de Humberto Costa

 

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Por Edmar Lyra

O xadrez político de Pernambuco começa a ganhar contornos mais definidos a partir das declarações do senador Humberto Costa, uma das principais lideranças do PT no estado. Ao afastar a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva subir no palanque da governadora Raquel Lyra (PSD), o petista indicou que, no momento eleitoral, a prioridade do partido tende a ser o apoio a João Campos. A posição, no entanto, não representa um rompimento com o governo estadual, mas sim a reafirmação de uma escolha estratégica baseada em alianças históricas e na correlação de forças locais.

A fala de Humberto ocorre em meio à disputa já instalada entre Raquel Lyra e o prefeito do Recife, ambos aliados do Planalto em alguma medida. A governadora tem feito gestos claros ao governo federal, buscando se credenciar como parceira institucional e política de Lula em Pernambuco. João Campos, por sua vez, mantém diálogo direto com o PT e com o presidente, amparado por uma relação construída ao longo de décadas entre o lulismo e o PSB. Nesse contexto, a sinalização do senador funciona mais como um balizador do campo petista do que como uma declaração de exclusão definitiva.

O peso histórico do grupo socialista ajuda a explicar essa inclinação. O campo político hoje liderado por João Campos exerceu influência direta sobre o estado por quase quatro décadas, somando 16 anos consecutivos de governos de Eduardo Campos e Paulo Câmara e outros oito anos, em períodos alternados, sob Miguel Arraes. Essa longa permanência no poder criou uma base política capilarizada, com forte presença institucional e eleitoral, o que torna o PSB um aliado estratégico difícil de ser preterido pelo PT sem custos relevantes.

Ainda assim, a tese de dois palanques segue viva. Apesar de marchar com João Campos, o PT não descarta manter uma relação cordial e funcional com a governadora Raquel Lyra, separando a disputa estadual da construção nacional. A afirmação de Humberto Costa de que o PSD deverá apoiar “majoritariamente” a reeleição de Lula no Nordeste reforça essa leitura. O recado é pragmático: em Pernambuco, a aliança prioritária tende a ser com o PSB; no plano federal, a convergência com o PSD permanece no horizonte, preservando pontes e evitando rupturas desnecessárias.

Álvaro Porto arquiva pedido de impeachment contra Raquel Lyra


A determinação foi tomada pelo presidente da Casa, deputado Álvaro Porto

Do Blog Ponto de Vista – A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) decidiu arquivar o pedido de impeachment apresentado contra a governadora do Estado. A determinação foi tomada pelo presidente da Casa, deputado Álvaro Porto, que acolheu integralmente o parecer nº 060/2026 da Procuradoria-Geral da Alepe.

De acordo com a decisão, o pedido não atendeu aos pressupostos técnico-jurídicos de admissibilidade exigidos pela Constituição Federal e pela Lei nº 1.079/1950, que trata dos crimes de responsabilidade. Com isso, o arquivamento foi definido ainda na fase preliminar do processo.

A Alepe ressaltou que a deliberação não representa análise do mérito da denúncia nem constitui juízo definitivo sobre os fatos narrados. Trata-se, segundo a Casa, de uma providência formal e jurídica, própria do controle de admissibilidade que cabe à Presidência do Legislativo estadual, com o objetivo de garantir a segurança jurídica e preservar o caráter excepcional do instrumento do impeachment.

A decisão será publicada no Diário Oficial do Estado na edição desta sexta-feira.

Governadora Raquel Lyra (PSD)

Em nota, a Assembleia esclareceu ainda que o arquivamento do pedido não impede a apuração dos fatos mencionados na denúncia. As eventuais irregularidades poderão ser analisadas tanto no âmbito da própria Alepe, no exercício de suas funções fiscalizatórias, quanto por outros órgãos de controle e fiscalização, conforme prevê a legislação vigente.

CONFIRA NOTA:

A Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco informa que o Presidente da Casa, Deputado Álvaro Porto, no exercício de suas atribuições constitucionais e regimentais, acolheu integralmente o parecer n0 060/2026 exarado pela Procuradoria Geral da Assembleia Legislativa, determinando o arquivamento do pedido de impeachment apresentado em face da Governadora do Estado.

A decisão, que será publicada do Diário Oficial de amanhã, foi fundada na ausência de pressupostos técnico-jurídicos de admissibilidade, conforme exigem a Constituição e a Lei nº 1.079/1950.Ressalte-se que tal deliberação não importa em análise do mérito da denúncia, nem configura qualquer juízo definitivo acerca dos fatos narrados. Trata-se de providência preliminar, de natureza formal e jurídica, inerente ao controle de admissibilidade que compete à Presidência da Assembleia Legislativa, destinada a preservar a racionalidade do processo político-constitucional, a segurança jurídica e a excepcionalidade do instituto do impeachment.

Esclarece-se, ainda, que o arquivamento do pedido não impede a apuração dos fatos narrados, seja no âmbito da própria Assembleia Legislativa, no exercício de suas competências fiscalizatórias, seja por outros órgãos de controle e fiscalização, a quem compete, nos termos da legislação vigente, a análise de eventuais irregularidades administrativas ou de outras naturezas.

Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco

A PIADA DA VEZ: Marília (36%) e Humberto (24%) lideram para senado. Silvio Costa Filho decepciona e tem apenas 10%


Marília Arraes, Humberto Costa e Silvio Costa Filho

Do UOL – A pesquisa Datafolha para o Senado, em Pernambuco, divulgada, nesta sexta-feira (6), pelas rádios CBN Recife e CBN Caruaru e pelo Blog do Elielson, mostra Marília Arraes e Humberto Costa à frente na disputa a menos de um ano das eleições de 2026. Respectivamente, Marília e Humberto têm 36% e 24% das intenções de voto. O Instituto Datafolha ouviu 1.022 pessoas entre os dias 2 e 5 de fevereiro. A margem de erro é de 3% e o grau de confiança é de 95%.

Em seguida, aparecem Miguel Coelho, com 18%; Eduardo da Fonte, com 18%; Armando Monteiro (PODEMOS), com 12%; Gilson Machado (PL), com 11%; Anderson Ferreira (PL), com 11%; Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS), com 10%; Jô Cavalcanti (PSOL), com 3%; e Fernando Dueire (MDB), com 2%.

Para a primeira vaga ao Senado, 18% pretendem votar em branco ou nulo e 6% estão indecisos. Em relação à segunda vaga, 25% dizem que irão votar em branco ou nulo, e 8% não se decidiram.

Cenário 1

Marília Arraes – 36%
Humberto Costa- 24%
Miguel Coelho – 18%
Eduardo da Fonte – 18%
Armando Monteiro – 12%
Gilson Machado – 11%
Anderson Ferreira – 11%
Silvio Costa Filho – 10%
Jô Cavalcanti – 3%
Fernando Dueire – 2%

Cenário 2

No segundo cenário, sem os nomes de Gilson Machado e Silvio Costa Filho, Marília mantém a liderança, com 40%. Na sequência, há um empate entre Costa (25%), Coelho (22%) e da Fonte (20%). Logo em seguida, vêm Armando Monteiro (14%) e Anderson Ferreira (13%) e, com menor preferência, Jô Cavalcanti (4%) e Fernando Dueire (3%). Brancos ou nulos somam 19%, e 6% estão indecisos.

Para a segunda vaga, 26% indicam voto em branco ou nulo, e 9% estão indecisos.

Marília Arraes – 40%
Humberto Costa- 25%
Miguel Coelho – 22%
Eduardo da Fonte – 20%
Armando Monteiro – 14%
Anderson Ferreira – 13%
Jô Cavalcanti – 4%
Fernando Dueire – 3%

Cenário 3

O terceiro cenário inclui Gilson Machado e Silvio Costa Filho e não conta com os nomes de Miguel Coelho e Anderson Ferreira.

Marília Arraes – 41%
Humberto Costa- 26%
Eduardo da Fonte – 22%
Armando Monteiro – 16%
Gilson Machado – 13%
Silvio Costa Filho – 13%
Jô Cavalcanti – 4%
Fernando Dueire – 3%

Diante desses nomes, 19% dos entrevistados dizem que irão votar em branco ou nulo para a primeira vaga, e 6% ainda não se decidiram. Para a segunda vaga, a intenção de voto em branco ou nulo vai a 27%, e 9% estão indecisos.

Cenário 4

Por fim, no último cenário, sem os nomes de Armando Monteiro, Gilson Machado e Fernando Dueire.

Marília Arraes – 39%
Humberto Costa- 26%
Miguel Coelho – 22%
Eduardo da Fonte – 21%
Anderson Ferreira – 16%
Silvio Costa Filho – 12%
Jô Cavalcanti – 4%

Nesse cenário, 20% votariam em branco ou nulo para a primeira vaga, e 6% estão indecisos. Em relação à segunda vaga, 27% votariam em branco ou nulo, e 8% não souberam responder.

A pesquisa foi registrada no TSE: PE-09595/2026 e BR-06559/2026

Raquel Lyra lidera no cenário espontâneo

Do Blog do Silvinho

Um dado positivo para a governadora Raquel Lyra (PSD): ela passou o prefeito João Campos (PSB) na pesquisa espontânea, ou seja, quando o entrevistado precisa lembrar do nome do pré-candidato sem a indução.

Raquel Lyra atinge 24%, enquanto João Campos chega a 18%.

40% dizem que não sabem ainda em quem votar, enquanto que 11% dizem que vão votar Branco ou Nulo.

O Instituto Datafolha reuniu 1.022 pessoas entre os dias 2 e 4 de fevereiro. A margem de erro é de 3% e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE: PE-09595/2026 e BR-06559/2026

João Campos (PSB) tem ( 47%) contra ( 35%) de Raquel Lyra, aponta Datafolha





A governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito João Campos (PSB)

Por Ricardo Antunes – No primeiro levantamento do Instituto Datafolha para o governo de Pernambuco, o prefeito João Campos (PSB) lidera as intenções de voto com 47%. contra 35% da governadora Raquel Lyra (PSB). Os números não deixam dúvidas. A eleição vai ser muito acirrada entre os dois principais candidatos.

Eduardo Moura (Novo) ficou com 5% e Ivan Moraes tem apenas 1%.
Brancos somam 10%.

Na simulação de primeiro turno, feita pelo Paraná Pesquisas no último mês de dezembro, Campos tinha 53,1% das intenções de voto, enquanto a atual governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), alcançava 31% e o vereador Eduardo Moura (Novo), 3,9%. Em último lugar, aparecia o vereador Ivan Moraes (PSOL), com 0,9%.

Pra quem chegou a ter 77%, e hoje a diferença agora caiu para 12% mas Campos ainda lidera, são 30% jogados fora, e o PSB tem que rever o jogo político.

Já no cenário espontâneo, quando os entrevistados citam os candidatos que pretendem votar, João Campos (PSB) aparece com 18%, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), tem 24%. Outros candidatos não alcançaram 1%, enquanto que os votos brancos e nulos chegaram a 11%. Não souberam ou não responderam 39% dos entrevistados.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A Câmara Municipal de Olinda rejeitou, nesta quinta-feira (05/02), cinco pedidos de impeachment contra a prefeita Mirella Almeida (PSD). Todos eles foram rejeitados de forma unânime.

Prefeita de Olinda, Mirella Almeida (PSD), em entrevista à Rádio Folha - Arthur Botelho / Folha de Pernambuco

O ex-candidato Antônio Campos fez quatro das cinco solicitações. O advogado teve várias derrotas judiciais contra Mirella, além de haver sofrido revés nas urnas em 2024.

"Sempre respeito a legalidade, as instituições e o devido processo legal, mantenho minha atuação pautada pela transparência, pelo diálogo e pelo compromisso com a cidade e com a população de Olinda. Lamento profundamente que um instrumento constitucional tão relevante esteja sendo utilizado de forma politiqueira, com o objetivo de criar instabilidade e tentar transformar gestores públicos e o próprio processo democrático em reféns de disputas políticas e interesses menores", comentou Mirella.

A gestora reforçou a determinação em garantir mais conquistas para Olinda. "Vamos seguir no trabalho, na entrega de resultados e no cuidado com Olinda, sem se deixar desviar por tentativas de politização excessiva que não contribuem para o desenvolvimento da cidade nem para o fortalecimento da democracia", afirmou.

Mirella nunca sofreu derrota judicial contra as repetidas tentativas sem sucesso feitas por Antônio Campos.

A Câmara de Vereadores de Garanhuns inicia, na tarde desta quinta-feira, dia 5, as atividades legislativas de 2026.

Por Carlos Eugênio - A partir das 16h, os Parlamentares se reúnem no Plenário da Casa Raimundo de Moraes para uma Sessão Solene que marcará a abertura oficial do Período Legislativo e integrará as comemorações pelos 147 anos de elevação de Garanhuns à categoria de cidade, celebrados nessa quarta-feira, dia 4.

A solenidade contará com uma palestra sobre a História de Garanhuns e a entrega do Título de Cidadão Honorário ao Policial Rodoviário Federal Daniel Nunes Ávila, atual chefe da Delegacia da PRF no Município.

A honraria reconhece os relevantes serviços prestados por ele à Cidade. A concessão do título é fruto de iniciativa da vereadora Nelma Carvalho.

DANIEL ÁVILA - Natural de Porto Alegre-RS, Daniel Nunes Ávila é Policial Rodoviário Federal desde 2006 e também Engenheiro Civil, com MBA em Gestão de Projetos e especialização em Logística e Mobilização Nacional.

Com sólida experiência nas áreas administrativa, financeira, corregedoria e operacional, o homenageado já atuou em unidades da PRF em Roraima, Brasília e Pernambuco.

Desde 2024, está à frente da Delegacia da PRF em Garanhuns, que possui circunscrição de 333 quilômetros e abrange 21 Municípios.

Entre as principais ações desenvolvidas em Garanhuns, destaca-se a coordenação da reforma e ampliação da Delegacia local, considerada um importante avanço para a estrutura e o atendimento do Órgão Federal na Região.

Hospital Regional Dom Moura inaugura novo aparelho de Raio-X e amplia qualidade dos diagnósticos


O Hospital Regional Dom Moura (HRDM), em Garanhuns, inaugurou um novo aparelho de Raio-X, fortalecendo a estrutura da unidade e ampliando a qualidade dos serviços ofertados à população do Agreste Meridional. O equipamento, adquirido com investimento de R$ 219.900,00, vai proporcionar exames com maior qualidade de imagem, resultados mais rápidos e diagnósticos ainda mais precisos.

Somente em 2025, o setor de radiologia do HRDM já realizou 61.261 exames, número que reforça a importância do serviço para a rede de saúde da região. Com a implantação da nova máquina, a expectativa é otimizar o fluxo de atendimentos, reduzir o tempo de espera e oferecer mais agilidade no suporte às equipes médicas.

Segundo o diretor do Hospital Regional Dom Moura, Walter Mendonça, a entrega do novo equipamento é resultado dos investimentos e do compromisso do Governo do Estado com a saúde pública. “Esse novo aparelho de Raio-X é fruto dos esforços do Governo do Estado em fortalecer a rede hospitalar e garantir melhores condições de atendimento à população. Trata-se de um investimento que reflete diretamente na qualidade do diagnóstico, na segurança do paciente e no trabalho das nossas equipes” , destacou.

O coordenador do setor de radiologia, Manoel Lima, ressaltou os ganhos operacionais com a chegada do novo equipamento. “A nova máquina traz mais agilidade e eficiência para o serviço. Além da melhoria na qualidade das imagens, ela contribui para um atendimento mais rápido e organizado, beneficiando tanto os profissionais quanto os pacientes” , afirmou.

Assessoria de Comunicação Hospital Regional Dom Moura

Lula deve cancelar agenda do Galo: Hospital em Garanhuns não será mais inaugurado nessa data

 

Foto: Divulgação

O presidente Lula não deverá voltar a Pernambuco no Galo da Madrugada, como estava previsto. A agenda de Garanhuns caiu, porque não haverá a inauguração do hospital, com isso dificultou sua vinda. Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que talvez não seja o momento de o presidente visitar Pernambuco, deixando para uma outra ocasião, quando os ânimos estarão menos exaltados e o quadro mais claro.

A construção do PDT

 

Foto: Divulgação

Ganha força a engenharia de um terceiro palanque para Lula em Pernambuco liderado pelo PDT. O movimento teria Marília Arraes disputando o Senado, o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, disputando o governo e Túlio Gadelha e Wolney Queiroz candidatos a federal.

Marília Arraes repetiria Carlos Wilson em 2002, sendo candidato avulso fora das duas coligações. Líder absoluta nas pesquisas, Marília teria 45 dias para tentar se manter nas duas primeiras colocações e vencer a eleição.

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