O DataTrends trouxe uma aprovação da governadora Raquel Lyra de 60% em todo o estado. Mas na metropolitana que era o seu principal calo, a governadora chegou a 57,7% de aprovação. É na RMR o grande desafio da disputa entre a atual governadora e o prefeito João Campos.
segunda-feira, 2 de março de 2026
Dia do fico
Diferentemente da expectativa de muita gente, tanto Waldemar Oliveira quanto Sebastião Oliveira permanecerão no Avante para disputar os mandatos de federal e estadual, respectivamente. Essa decisão foi tomada em conjunto com a governadora Raquel Lyra e o presidente nacional do Avante, Luís Tibé.
Dema e Sebá têm absoluta confiança de que o Avante tem chances reais de eleger dois federais e dois estaduais. Inclusive, segundo Sebá, há conversas em curso com dois deputados federais de mandato.
Região metropolitana no centro da disputa entre Raquel Lyra e João Campos
Por Edmar Lyra
A pesquisa do instituto DataTrends revela um cenário eleitoral que combina vantagem consolidada e espaço aberto para reação. A governadora Raquel Lyra alcança 60% de aprovação em todo o estado, índice expressivo para quem está no exercício do mandato, mas aparece com 35% das intenções de voto na disputa direta contra o prefeito João Campos, que lidera com 48%. A diferença de 13 pontos percentuais mantém o prefeito em posição confortável na largada, mas os números, quando analisados com lupa, revelam nuances que tornam o jogo menos previsível do que a fotografia geral pode sugerir.
Ao se observar o maior colégio eleitoral de Pernambuco, a Região Metropolitana do Recife (RMR), responsável por cerca de 43% do eleitorado estadual, os dados sintetizam ao mesmo tempo a força de João Campos e a janela de oportunidade de Raquel Lyra. Na RMR, a governadora registra 57,7% de aprovação — um patamar elevado e politicamente relevante. Ainda assim, esse capital administrativo não se converte, até aqui, em intenção de voto na mesma proporção: ela aparece com 20,3%, enquanto João Campos alcança 55,3%. A distância é ampla e ajuda a explicar por que, mesmo com boa avaliação de governo, Raquel ainda não encostou no adversário no cenário estimulado.
A supremacia do prefeito na Região Metropolitana tem sido determinante para sustentar sua vantagem estadual. Com mais da metade das intenções de voto no maior colégio eleitoral, João Campos constrói ali um colchão eleitoral robusto, difícil de ser compensado apenas com desempenho no interior. Em eleições majoritárias, vencer bem onde há maior concentração de eleitores costuma ser decisivo. Por isso, a RMR tende a ser o epicentro estratégico da campanha, o território onde discursos, agendas e alianças terão peso redobrado. Se a governadora quiser reduzir a diferença, precisará transformar aprovação em voto justamente onde hoje o prefeito é mais dominante.
Apesar de o retrato atual favorecer João Campos, a taxa de aprovação de Raquel Lyra indica que a disputa está longe de ser definida. Há uma dissociação evidente entre avaliação de governo e intenção de voto que pode se ajustar ao longo da campanha, sobretudo com maior exposição, comparação de gestões e eventual acirramento do debate político. O cenário sugere competitividade real em uma eleição que tende a marcar a história recente de Pernambuco, a exemplo do que ocorreu em 2006, quando Eduardo Campos inaugurou um ciclo político que, anos depois, projetaria tanto Raquel quanto João como herdeiros de uma mesma tradição administrativa. Outubro, ao que tudo indica, será palco de um confronto que vai muito além de números: será uma disputa por legado e por hegemonia no principal colégio eleitoral do estado.
domingo, 1 de março de 2026
Deputado Izaías Régis anuncia emenda de R$ 1 milhão para atender distrito de São Pedro, em Garanhuns
O distrito foi duramente atingido com os estragos provocados pelas últimas chuvas
O deputado estadual Izaías Régis anunciou que irá destinar, nos próximos dias, uma emenda parlamentar no valor de R$ 1 milhão para a execução de serviços públicos no distrito de São Pedro, em Garanhuns, duramente atingido pelos estragos provocados pelas últimas chuvas.
Segundo o parlamentar, a iniciativa tem como objetivo garantir respostas rápidas e eficazes às necessidades da população afetada. “Tenho acompanhado de perto cada demanda do povo de São Pedro. Como deputado estadual, sigo atento às necessidades de quem sofreu com as consequências das chuvas e precisa de ações concretas do poder público”, afirmou.
Izaías Régis destacou ainda que a governadora Raquel Lyra já está ciente da situação e atuará com firmeza para assegurar que as soluções cheguem a quem mais precisa, com sensibilidade e responsabilidade.
“O nosso compromisso é avançar na recuperação da dignidade e das condições de vida das famílias atingidas. Seguimos trabalhando e lutando sempre, sendo a força que vem do Agreste”, concluiu o deputado.
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João Campos faz campanha com prefeito que foi preso por golpe na CaboPrev de mais de R$ 92 milhões
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João Campos e Lula Cabral |

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Diario de Pernambuco

Izaías reafirma Pré-candidatura à Deputado Federal e anuncia Mudança para o PSD

Por Carlos Eugênio - Durante entrevista ao programa Bom Dia Marano, na manhã desta sexta-feira, dia 27, o deputado Estadual Izaías Régis (PDSB) reafirmou que pretende disputar uma vaga na Câmara Federal nas próximas eleições.
Cleide Batista é nomeada nova Gerente Regional de Saúde do Agreste Meridional

Por Carlos Eugênio - O Governo de Pernambuco oficializou mudança na Gestão da 5ª Gerência Regional de Saúde (V Geres), responsável pela coordenação das ações de saúde no Agreste Meridional. A enfermeira Cleide dos Santos Batista foi nomeada como nova Gerente Regional de Saúde, conforme publicação no Diário Oficial deste sábado, dia 28, em ato assinado pela governadora Raquel Lyra.
SOLIDARIEDADE QUE TRANSBORDA FRONTEIRAS: ANGELIM ESTENDE A MÃO A CALÇADO EM MEIO À DOR
Do Portal Agreste Violento
O prefeito de Angelim, Carlos Henrique, o popular Caíque (PSB), protagonizou um gesto que emocionou o Agreste Meridional e reforçou o verdadeiro sentido da política: servir às pessoas.
Durante o período carnavalesco, enquanto a cidade celebrava, Caíque transformou festa em empatia ao liderar uma campanha de arrecadação de alimentos em Angelim, mobilizando a população para cuidar de quem mais precisava em situações de emergência. A resposta foi imediata e solidária.
Com as fortes chuvas da sexta-feira (27), que castigaram municípios vizinhos e deixaram famílias em situação de vulnerabilidade, especialmente em Calçado, o prefeito de Angelim não hesitou. Sensível à dor alheia e guiado pelo compromisso humano, Caíque foi pessoalmente à cidade vizinha para entregar ajuda concreta.
Ao lado do prefeito José Elias, Caíque realizou a entrega de mil quilos de alimentos arrecadados com o apoio do povo de Angelim. Mais do que números, cada quilo representou esperança, acolhimento e a certeza de que, quando a união prevalece, a solidariedade chega mais rápido do que a tragédia.
O gesto ultrapassou limites geográficos e políticos, ecoando como exemplo de liderança e empatia. Em tempos difíceis, a atitude do prefeito de Angelim mostrou que governar também é sentir a dor do outro e agir.
Janela partidária levará PP a conquistar maior bancada na Alepe, seguido do PSD de Raquel Lyra e do PSB de João Campos
Por Terezinha Nunes
Na próxima terça-feira, dia 03 de março, começa, oficialmente, o calendário eleitoral deste ano com o início da janela partidária, período que vai até o dia 03 de abril e no qual os pré-candidatos a cargos proporcionais que estão no exercício do mandato, poderão mudar de legenda sem sofrer punições. Na Assembleia Legislativa, desde o início do ano, todos os 49 deputados fazem contas e análises estratégicas para definir se vão permanecer a legenda atual ou migrar para outro partido ou Federação (união de partidos) para terem mais condições de disputar a reeleição.
Nesse período se discute mais no Legislativo os mandatos proporcionais do que os majoritários, embora a eleição deste ano prometa ser acirrada em torno da conquista do governo do estado tendo como principais nomes a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito João Campos (PSB). “Tem deputado que está com o nome na lista de, pelo menos, três legendas”- conta um deputado veterano referindo-se a alguns casos de parlamentares que estão exercendo o primeiro mandato ou que se sentem inseguros na legenda atual pela alta concorrência de nomes tarimbados.
Quem mais ganha e quem mais perde
Mas como está chegando a hora H – os deputados Dani Portela, do PSOL, que vai para o PT e Renato Antunes, do PL, que vai para o Novo, serão dos primeiros a trocar de camisa – já é possível fazer uma previsão de como vai ficar a correlação de forças partidárias no legislativo a partir do dia 03 de abril.
Todos os deputados concordam que o PP, do deputado federal Eduardo da Fonte, terá três novos deputados ( dois deles do PSB) e será o partido de maior representação legislativa, desbancando o PSB que elegeu 14 deputados em 2022 e vai ficar com uma bancada de no máximo 9 deputados podendo baixar para 7 se Diogo Moraes permanecer no PSDB e Waldemar Borges migrar, como está previsto, para o PCdoB.
Já o PSD, da governadora Raquel Lyra, terá entre 6 a 8 deputados. Outro partido novo na Alepe que é da base da governadora, o Podemos, terá entre 4 a 6 deputados. O PT ficará com 4 parlamentares, o PV com os 3 que tem e o PCdoB com 1 a 2 a depender de Waldemar Borges. O PSDB, do presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, ainda é uma incógnita. No momento tem o próprio Álvaro e Diogo Moraes, que pode voltar ao PSB mas estuda uma aliança com o PRD que daria ao grupo mais um parlamentar, o ex-prefeito de Paulista, Junior Matuto. Também pode ganhar o deputado Mário Ricardo, que está deixando o Republicanos.
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Republicanos desaparece
O União Brasil, do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, só ficará com um deputado dos quatro que elegeu em 2022, por sinal o irmão de Miguel, Antonio Coelho. O PSOL vai perder a única vaga que tinha com a ida de Dani Portela para o PT e o Partido Novo, até agora sem representação parlamentar, contará com o deputado Renato Antunes que vai deixar o PL. Aliás o PL começou a atual legislatura com 5 deputados e vai ficar com apenas três: Alberto Feitosa, Abimael Santos e Nino de Enoque.
Já o partido Republicanos, do ministro Sílvio Costa Filho, está para perder os dois deputados que tem: Mário Ricardo e William Brígido. O primeiro que sempre fez parte da base da governadora negocia filiação ao PSD e Mário está no bloco do deputado Álvaro Porto que pode permanecer no PSDB, acoplando os pré-candidatos do PRD
Como fica a governadora?
Alguns deputados vão esperar por uma definição mais para a frente. Entre eles está Jarbas Filho, do MDB. Como a legenda enfrenta uma batalha judicial que pode inviabilizar a formação de chapas proporcionais ele vem sendo cobiçado pelo PSD e PV mas tem dito que vai esperar o MDB. Outro é Joel da Harpa que já conversou com vários partidos e o mais provável, pelo que este blog apurou, é que saia do PL e se filie ao Podemos. Edson Vieira, do União Brasil, já posou até para fotos com a futura bancada do Podemos mas ainda não bateu o martelo.
Nesse emaranhado de trocas, como ficará a governadora Raquel Lyra na Alepe após 3 de abril? Embora seu partido, o PSD, não vá ter o crescimento que o Palácio desejava isso se deve, segundo um dos assessores da Casa Civil, ao fato de o Governo ter respeitado as legendas antigas ou novas que lhe são fiéis como o PP e o Podemos que tiveram carta branca para se movimentar e vão continuar dando sustentação ao Executivo no plenário onde a governadora tem maioria.
O Palácio pretende continuar também com um bom relacionamento com a federação PT/PV/PCdoB. No momento os deputados do PT continuam dispostos a não criar problema para ela na Alepe, o PV, comandando pelo deputado federal Clodoaldo Magalhães também vai se manter fiel e só há duvida sobre o PCdoB sobretudo se ganhar o deputado Waldemar Borges que faz oposição à governadora na Assembleia. Mesmo assim no colegiado como um todo os governistas são maioria.
Embora ainda possam ocorrer alterações mostramos abaixo as prováveis composições dos vários partidos na Alepe após a janela partidária.
- PP – Antonio Moraes, Kaio Maniçoba, Adalto Santos, Cleiton Collins, Henrique Filho, Pastor Junior Tércio, Claudiano Martins, Romero Sales (vai sair do União Brasil) e France Hacker e Dannilo Godoy (estão deixando o PSB).
- PSD – Débora Almeida e Izaías Regis (estão deixando o PSDB), Socorro Pimentel ( vai deixar o União Brasil), Joãozinho Tenório (vai sair do PRD), Aglailson Victor (está deixando o PSB), William Brígido ( está saindo do Republicanos), Jarbas Filho ( ainda aguarda definição do MDB e também recebeu convite do PV ) e Jefferson Timóteo (deve deixar o PP).
- PSB – Gleide Ângelo, Eriberto Filho, Francismar Pontes, Simone Santana, Romero Albuquerque (está deixando o União Brasil), Sileno Guedes, Rodrigo Farias. Pendentes os deputados Diogo Moraes (está no PSDB) e Waldemar Borges (está no MDB mas pode ir para o PCdoB).
- Podemos – Gustavo Gouveia, Luciano Duque, Wanderson Florêncio e Fabrizio Ferraz. Edson Vieira e Joel da Harpa estão pendentes.
- PT – João Paulo Silva, Doriel Barros, Dani Portela e Rosa Amorim
- PV – João de Nadegi, Joaquim Lira e Gilmar Junior. Jarbas Filho está pendente
- PCdoB – João Paulo Costa. Waldemar Borges está pendente.
- PSDB – Álvaro Porto, Diogo Moraes (pendente) e Mário Ricardo
- PL – Alberto Feitosa, Abimael Santos e Nino de Enoque. Joel da Harpa (pendente)
- PRD – Junior Matuto (ex-PSB)
- União Brasil – Antonio Coelho. Edson Vieira (pendente)
- Partido Novo – Renato Antunes
Gleide Ângelo pode trocar PSB pelo PP e se aproxima de Raquel Lyra
A deputada estadual Gleide Angelo, que em 2018 foi a mais votada da história de Pernambuco com mais de 400 mil votos, poderá deixar o PSB, sigla em que conquistou dois mandatos na Alepe. Seu destino poderá ser o PP, do deputado federal Eduardo da Fonte, que foi o grande idealizador de sua pré-candidatura à época, mas ela acabou optando pelo PSB.
Uma fonte ouvida pelo blog afirmou que Gleide tem se aproximado da governadora Raquel Lyra e por isso deverá buscar uma legenda de centro, o que lhe deixaria mais à vontade com um governo de quem for vitorioso em outubro.
Dança das cadeiras na bancada federal
Da bancada de deputados federais atualmente composta por cinco do PSB, quatro do PL, três do PP, três do União Brasil, dois do Republicanos, um do PV, do PT, do PCdoB, uma do MDB, um da Rede Sustentabilidade, um do PSD, um do Avante e uma do Solidariedade, há mudanças em curso que irão reconfigurar o desenho das bancadas na Câmara dos Deputados com a abertura da janela na terça-feira.
Com os movimentos esperados, o PSB deverá permanecer como a maior bancada com seis deputados federais, seguido do PP e do PSD com quatro cada um, PL e Republicanos ficariam com dois cada, e Podemos, Rede, PT, PV, PCdoB, PRD e União Brasil ficariam com um parlamentar, cada.
PSB
Maria Arraes (sai do Solidariedade)
Iza Arruda (sai do MDB)
Felipe Carreras
Pedro Campos
Lucas Ramos
Eriberto Medeiros
PP
Fernando Rodolfo (sai do PL)
Eduardo da Fonte
Lula da Fonte
Clarissa Tércio
PSD
Mendonça Filho (sai do União Brasil)
Guilherme Uchôa Júnior (sai do PSB)
Fernando Monteiro
Waldemar Oliveira (filiado ao Avante, se sair vai para o PSD).
PL
André Ferreira
Cornel Meira
Republicanos
Augusto Coutinho
Silvio Costa Filho
Podemos
Pastor Eurico (pode sair do PL)
PRD
Luciano Bivar (sai do União Brasil)
União Brasil
Fernando Filho
PV
Clodoaldo Magalhães
PT
Carlos Veras
PCdoB
Renildo Calheiros
Rede Sustentabilidade
Tulio Gadelha (pode ir para o PDT e PT ou permanecer).





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