segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Raquel Lyra e João Campos não confirmaram presença na abertura do ano legislativo na Alepe e Câmara

A ausência do prefeito era esperada pois ele já está no segundo mandato já a governadora desde que foi eleita não faltou a nenhum desses compromissos

Por TEREZINHA NUNES

O prefeito do Recife, João Campos e a governadora Raquel Lyra - Reprodução Blogdellas

Em ano eleitoral que já começou turbulento, a governadora Raquel Lyra e o prefeito João Campos não colocaram na agenda desta segunda-feira a presença na abertura dos trabalhos na Assembleia e na Câmara do Recife. A Câmara fará sua sessão pela manhã e a Alepe à tarde, como é tradicional. Pelo rito das duas casas, os presidentes abrem a sessão com um pronunciamento normalmente breve, passam a palavra para o representante do Poder Executivo e, em seguida, falam o líder da oposição e depois o líder do Governo. Como não há votação nesse dia, a sessão é encerrada logo depois da fala das lideranças.

Este domingo, as assessorias do prefeito João Campos e da governadora Raquel Lyra informaram a este blog que a ida à Alepe e à Câmara não tinha sido confirmada. Tanto o Palácio das Princesas quanto a Prefeitura alegaram que Raquel e João têm outro compromisso importante e podem não estar presentes. A ausência do prefeito era esperada pois ele já está no segundo mandato, já a governadora desde que foi eleita não faltou a nenhum desses compromissos, mesmo que, como aconteceu em 2024 e 2025, tenha ouvido palavras ásperas proferidas pelo presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, e pelo líder da oposição, o deputado Diogo Moraes.

Ao contrário do prefeito, que conseguiu aprovar todos os projetos enviados ao legislativo até o momento, a governadora aguarda, como apelou aos deputados esta sexta-feira, que os projetos do executivo que não foram postos em votação até o mês de dezembro e nem no período extraordinário por ela convocado, sejam agora submetidos ao plenário. Estão pendentes pautas importantes, entre elas, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) que se demorar mais pode obrigar o Executivo, Legislativo e Judiciário a paralisar as atividades por falta de orçamento e um empréstimo junto ao Banco do Brasil e Caixa para refinanciar a dívida do estado.

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