
Foto: Blog Dantas Barreto
Daqui a um mês será aberta a janela para deputados estaduais e federais trocarem de partidos sem risco de perda dos mandatos. O prazo final é 4 de abril. Foi o artifício criado para que cada um possa mudar de lado ou calcular a melhor alternativa para a reeleição. Na Assembleia Legislativa, as mudanças se aproximam de 20.
Alguns parlamentares já estão decididos, enquanto outros ainda fazem as contas. Até porque nem todas as legendas que hoje têm representantes montarão chapas competitivas, enquanto outras, que atualmente não têm deputados, surgem com força.
O PSD é um exemplo, pois é presidido pela governadora Raquel Lyra e passará a ter deputados estaduais e federais. Meta é eleger boas bancadas. O mesmo vale para o Podemos e Novo. O MDB trabalha para ter chapa federal, enquanto o PSDB monta uma estratégia com o PRD visando eleger estaduais. Uma das siglas poderá ser a escolhida para receber os candidatos.
E é aí que entram os cálculos. No PSD, PSB e federação União Progressista, por exemplo, se prevê que com 50 mil votos haja chance para se eleger deputado estadual. Mas há outras siglas que a votação terá de ser maior. Já Podemos calcula que, obtendo 40 mil, é vitória garantida, mas o limite pode diminuir com a filiação do vereador Gilson Filho (PL).
Há expectativa de a Assembleia Legislativa receber, em 2027, pelo menos 15 novatos. Os mesmos cálculos estão sendo feitos entre deputados federais, mas não deve chegar a 10 o número de parlamentares que trocarão de partidos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário