segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Prefeito que queria barrar carreta da mulher já foi cassado em primeira instância

                                                                    


Do Blog do Silvinho

Um prefeito completamente perdido no tempo, no espaço e no século. É o que podemos resumir do atual gestor da cidade de Correntes, Edimilson da Bahia (PT). O prefeito, no entanto, já teve o seu mandato e o do vice-prefeito cassados por uma denúncia de compra de votos. Edimilson da Bahia recorrer da decisão e o caso foi parar no Tribunal Regional Eleitoral que deverá estar colocando em pauta muito em breve. A decisão em primeira instância viu provas cabíveis de compra de votos, abuso de poder econômico e uso indevido da máquina pública.

Desta vez, o gestor viralizou nas redes sociais por supostamente ter proibido a carreta da mulher na cidade de Correntes. A notícia foi desmentida logo em seguida pelo próprio gestor em vídeo, mas a justificativa foi péssima.

Edimilson da Bahia disse que não fechou parceria com o Governo do Estado porque a carreta da mulher daria apenas 50% das vagas para atender aos exames pendentes na cidade e que os outros 50% iriam ficar livres para o uso de seus adversários. Uma declaração que só poderia nos remeter ao tempo do coronelismo onde o coronel mandava e desmandava na cidade e até mesmo no voto da população.

O que causa perplexidade é que se o próprio prefeito deu essa declaração por conta de uma simples programa do Governo de Pernambuco que não faz nada mais a não ser agilizar exames para o benefício da população feminina, o que ele não faz para perseguir e impor a sua vontade e sua lei na cidade.

Ainda no sábado um dos assessores do prefeito postou um vídeo dizendo que a gestão não faria parceria com o Governo do Estado mesmo tendo na fila de espera mais de cem mulheres que estariam sendo levadas de vinte em vinte para a cidade de Garanhuns para a realização dos exames que estariam sendo feitos ali, na praça da cidade e próximo da igreja. Tudo por pura politicagem do prefeito e do seu grupo político. Lamentável.

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