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Givaldo Calado de Freitas
Logo mais, 2017 fica
para trás e entramos em 2018. O que esperamos desse Novo Ano? Marchamos rumo ao
imprevisível, de certo, a julgar pelo que vem ocorrendo ultimamente. E tudo por
conta da tempestade de malfeitos, conhecidos nesses últimos anos. E que
recrudescem a cada um deles, aumentando nossas decepções e perplexidades.
Chegamos, contudo, em
2018 em paz. Com saúde e muita disposição. Vamos recebê-lo, portanto,
alegremente, por conta da nossa inquebrantável fé. E na esperança de que não
perdemos, para daqui a exatos 362 dias, podermos dizer em uníssono: Que ano
bom! Porque vimos o povo pobre comendo mais e melhor, em suas três refeições;
porque vimos a classe média, que tanto protesta, resgatar a sua liberdade do
consumo; porque vimos os mais ricos, em geral os mais insensíveis e
gananciosos, dividir um pouco de suas riquezas, através de taxações tributárias
maiores que as dos mais pobres; porque, enfim, voltamos a conferir o sorriso no
semblante de todos os homens e mulheres de boa vontade, numa verdadeira
consagração à consciência humana. Porque estamos a assistir, entre os homens e
mulheres de boa vontade, a prática do decidido no Concílio Vaticano II, do
Santo Papa João XXIII e, posteriormente, a posição tomada em Medellín, sobre
sua aplicação.
E, se esse é o cenário
que esperamos, para horas, e se esse não for mais um sonho de homens e mulheres
que pensam em seus irmãos e irmãs, que venha logo 2018! Porque a nação está
ávida para voltar a sorrir. Voltar a ser feliz. Apesar de em todos esses anos
eles terem sido tão cruéis conosco. Eles terem sido tão impiedosos com a nação.
Contudo, não conseguiram quebrar a sua fé que se mantém mais do que nunca
vertical e inquebrantável. Porque nós acreditamos em nosso país, e o queremos e
o amamos.
Que assim seja!
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Figura Pública. Empresário.


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