Do Blog do Magno

A ex-primeira-dama e Presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, comemorou a decisão desta terça-feira do ministro Alexandre de Moraes que autorizou ao ex-presidente Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar. Outros nomes da direita também celebraram a mudança de regime, mas criticaram medidas anunciadas por Moraes, como a previsão de uma reavaliação da situação de Bolsonaro dentro de 90 dias.
“Sim, eu CELEBRO as pequenas vitórias. Não me detenho nos detalhes do processo. Sou esposa e mãe, e clamei muito a Deus para que nos ajudasse, para que ele pudesse ir para casa e receber o cuidado necessário. O amanhã pertence a Deus”, escreveu Michelle em uma publicação no Instagram. As informações são do jornal O GLOBO.
O prazo de 90 dias para uma reavaliação da situação de Bolsonaro incomodou a direita. Para o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), ao determinar este prazo, Moraes “ignora seus próprios precedentes”. O senador afirma que, no caso do ex-presidente Fernando Collor, o ministro não havia estabelecido uma data para reavaliar a necessidade de prisão. “Fica evidente que Bolsonaro está sendo tratado como refém, com sua execução penal usada para intimidar seu grupo político”, escreve Marinho.
Pré-candidato ao senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em tom semelhante ao da nota de Marinho, no qual afirma que “prisão domiciliar não é liberdade”. Ele, no entanto, também se diz “extremamente aliviado” por poder ver o pai em casa. O ex-vereador do Rio de Janeiro afirma que o ex-presidente não deveria ter sido condenado.
No X, antigo Twitter, outro filho do ex-presidente, o vereador de Balneário Camboriú Jair Renan, comemorou a prisão domiciliar do pai. “Finalmente meu pai está voltando para casa! Foi uma agonia sem fim ver ele passando por tudo isso (…) São 90 dias iniciais pra ele tratar essa broncopneumonia, mas vamos trabalhar firme pra que essa permanência em casa seja definitiva”, escreveu o vereador.
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