Com a saída do Ministro Renan Filho que já comunicou ao presidente Lula, pois Renan Filho diz que acertou com Lula transição nos Transportes para deixar o governo.
'O presidente Lula fica pedindo a mim para ficar, mas eu tenho um compromisso com Alagoas e com o grupo político que faço parte', disse o ministro .
Renan Filho disse que vai usar esse período de despedia do governo para acelerar obras no estado. “A gente tá com o maior volume de investimentos em Alagoas e no brasil e precisa manter o ritmo”, disse.
Uma análise publicada no Blog do Augusto César reacende o debate sobre a Duplicação da BR-423 e o risco concreto de o trecho entre Lajedo e Garanhuns não ser executado.
Considerada estratégica para o Agreste Meridional e para a economia regional, segundo a publicação, a Obra acumula promessas ao longo de diferentes governos e, mais uma vez, enfrenta incertezas quanto a concretização. Isso significa que com a saída do Ministro Renan Filho, a duplicação Lajedo/Garanhuns não sai antes do fim do ano, e a promessa continua.
“A BR-423 é um dos principais corredores logísticos do interior de Pernambuco. Por ela escoam a produção de laticínios, avicultura e confecções, além de ser rota de ligação com o Sertão. Apesar dessa relevância, o projeto de duplicação, especialmente no segmento que liga Lajedo a Garanhuns, permanece travado há décadas”.
GARGALOS HISTÓRICOS – Para o analista, entre os principais fatores que dificultam o avanço da obra estão questões orçamentárias, entraves ambientais e desafios técnicos. Por se tratar de uma Rodovia Federal, a duplicação depende de recursos da União e da execução pelo DNIT. “Ao longo dos anos, o Projeto foi dividido em lotes, mas a falta de verbas contínuas provocou paralisações sucessivas”.
SITUAÇÃO ATUAL – A postagem registra que atualmente, há tentativas de destravar dois trechos: o Lote 1, entre São Caetano e Lajedo, e o Lote 2, entre Lajedo e Garanhuns. “No primeiro, o ritmo dos serviços oscila conforme a liberação de recursos do Ministério dos Transportes”.
Já o Lote 2 é considerado o mais crítico pelo analista. Segundo a análise, “o Projeto Executivo precisa passar por atualizações frequentes para não se tornar obsoleto antes mesmo de uma licitação definitiva, o que mantém o trecho em permanente risco de adiamento”.
CRÍTICAS E PRESSÃO POLÍTICA - O Blog do Augusto César destaca ainda a frustração da população diante de mais um ciclo de promessas não cumpridas, inclusive durante o atual governo do presidente Lula. “Para moradores e motoristas, enquanto a duplicação não sai do papel, a realidade se resume a operações paliativas de tapa-buracos, insuficientes para o intenso tráfego de caminhões”.

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