
Por Lucas Arruda
Definida a chapa de João Campos (PSB), agora, todos os holofotes se viram para a chapa de Raquel Lyra (PSD). E de maneira mais clara, para quem estará ao lado de Miguel Coelho (UB), no palanque da governadora, pleiteando uma vaga ao Senado. Os nomes estão na mesa, uns mais bem cotados do que outros.
Nos últimos dias, figuras como Eduardo da Fonte (PP), Mendonça Filho (UB), Túlio Gadelha (REDE) e o da própria vice-governadora, Priscila Krause (PSD), foram testados nos bastidores. No caso de Túlio, até mesmo com o apoio expresso do deputado estadual Luciano Duque (Podemos) e do ex-prefeito de Petrolina, Odacy Amorim.
Mais do que o nome, Raquel deve levar em conta a capacidade de mobilização do (a) escolhido (a) sobre o eleitorado que se quer conquistar. Enquanto Túlio está vinculado ao eleitor de esquerda, e por consequência, abriria um caminho para um possível apoio à reeleição do presidente Lula, Mendonça e da Fonte transitam pela centro-direita. Já Priscila tem nas mãos uma base fiel, característica que característica que da Fonte também carrega. O que pesa mais na conta?
Para responder a essa pergunta, é importante, antes, lembrar que Raquel conta com um fator: tempo. O sentimento é de que não há pressa para definição dos quadros – e isso não quer dizer que há morosidade nas articulações. Pelo contrário. Com a janela partidária chegando ao fim, é como diz o ditado popular: um olho no padre e o outro na missa. Há muito pela frente após a primeira semana de abril.
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