EXCLUSIVO | Racha silencioso, alianças improváveis e disputa por poder colocam Pernambuco no centro de uma guerra política.
A política de Pernambuco entrou em modo decisivo. O que está em jogo vai além de alianças: é o controle do palanque presidencial no estado.
Nos bastidores, o PT já não esconde o incômodo com o espaço dentro do projeto de João Campos. A avaliação interna é clara: o partido estaria perdendo protagonismo, e isso acendeu o alerta máximo.
O senador Humberto Costa surge como peça-chave nessa virada. Reservado, mas estratégico, ele lidera articulações que podem mudar o rumo político do estado.
Enquanto isso, Carlos Veras tenta segurar a pressão e adia decisões. Mas, na prática, o jogo já começou, e ninguém quer ficar para trás.
Do outro lado, Raquel Lyra avança com cautela e estratégia. Cresce a possibilidade de uma aliança surpreendente com o PT, seja para o Senado ao lado de Eduardo da Fonte, seja com a indicação do vice.
O cenário, porém, tem um obstáculo: Miguel Coelho, que já ocupa espaço na disputa.
Se o PT migrar, o impacto será direto: pode romper com João Campos e até afastar Lula do palanque no estado.
Nos bastidores, outra movimentação chama atenção: Priscila Krause pode disputar vaga na Assembleia, com articulação para assumir protagonismo na Casa.
Internamente, o clima no PT é de tensão. Lideranças já falam em “isolamento político” dentro do atual grupo.
Uma reunião entre Raquel Lyra, Humberto Costa, Eduardo da Fonte e Miguel Coelho pode definir tudo.
Mais do que alianças, o que está em jogo é quem vai comandar Pernambuco, e ter nas mãos a força do palanque presidencial no Nordeste.
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