Estimativas
da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo
(FecomercioSP) apontam que o comércio varejista brasileiro deverá deixar de
ganhar R$ 10,5 bilhões em 2017 devido aos feriados nacionais e feriadões. O
montante é 2% superior ao projetado no ano passado.
O
setor de vestuário, tecidos e calçados deverá deixar de ganhar cerca de R$ 1,1
bilhão com os feriados e emendas de 2017, um crescimento de 23% em relação a
2016. No lado oposto, o segmento de outras atividades – em que é preponderante
o comércio de combustíveis, além de joias e relógios, e artigos de papelaria –
deixará de ganhar cerca de R$ 3,9 bilhões, 8% a menos que em 2016, o único
setor a não apresentar crescimento das perdas.
Segundo a FecomercioSP, os custos adicionais podem inviabilizar a opção de os estabelecimentos abrirem as portas nos feriados. De acordo com a entidade, o comércio aumenta seus custos em 100% para trabalhos em feriados. Segundo a entidade, “em nome da modernização das relações trabalhistas, seria oportuno que essa questão fosse debatida, pois o excesso de proteção por meio dessa elevação de custos acaba prejudicando as empresas, que acabam optando por não abrir no feriado. [Prejudica ainda] os empregados, que reduzem seus rendimentos ao deixar de obter as comissões sobre as vendas”.
Segundo a FecomercioSP, os custos adicionais podem inviabilizar a opção de os estabelecimentos abrirem as portas nos feriados. De acordo com a entidade, o comércio aumenta seus custos em 100% para trabalhos em feriados. Segundo a entidade, “em nome da modernização das relações trabalhistas, seria oportuno que essa questão fosse debatida, pois o excesso de proteção por meio dessa elevação de custos acaba prejudicando as empresas, que acabam optando por não abrir no feriado. [Prejudica ainda] os empregados, que reduzem seus rendimentos ao deixar de obter as comissões sobre as vendas”.

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