quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

João Campos é encurralado por jornalista ao tentar descrebilizar avanços de Raquel Lyra na saúde pública


O clima AZEDOU durante entrevista do Blog Dantas Barreto com o prefeito do Recife, João Campos (PSB). Ao ser questionado sobre “o que falta ao estado de Pernambuco em termos de gestão”, o gestor municipal viu-se em uma situação delicada ao tentar usar o legado do pai, Eduardo Campos, para criticar a atual administração estadual.

O Confronto e a Esquiva

Ao responder, João Campos focou em exaltar feitos históricos de gestões passadas do PSB, tentando descredibilizar o momento atual da saúde pública no estado. No entanto, o prefeito foi surpreendido por um “check-mate” do repórter:

“Sim, mas depois todos os problemas voltaram. Quem sucedeu Eduardo Campos não foi Raquel, foram dois governos do PSB”

Visivelmente desconcertado e sem uma justificativa imediata para o declínio da rede estadual durante os oito anos de Paulo Câmara (seu correligionário), o prefeito tentou interromper o raciocínio do jornalista, evidenciando uma lacuna no discurso de oposição.

A Realidade dos Números: O “Choque de Gestão” na Saúde

Enquanto o debate político foca no passado, a gestão da governadora Raquel Lyra tem apresentado números robustos em apenas três anos de mandato, focando na recuperação de gargalos históricos deixados pelas gestões anteriores. Entre as intervenções de maior impacto, destacam-se:

Hospital Central Nossa Senhora Aparecida (Paulista): Um investimento histórico de R$ 170 milhões para a compra e equipagem completa da unidade.

Hospital Barão de Lucena (Iputinga): R$ 33,7 milhões em reformas e ampliações.

Hospital Otávio de Freitas (Tejipió): Investimento de R$ 47 milhões para reestruturação total.

Hospital Agamenon Magalhães (Casa Amarela): R$ 14,6 milhões destinados à modernização.

Hospital da Restauração (Derby): R$ 10 milhões focados na recuperação da fachada e infraestrutura crítica.

Conclusão

O episódio revela que, embora o carisma e a herança política sejam ativos fortes para João Campos, o confronto direto com os dados de investimento da atual gestão estadual e o histórico recente de seu próprio partido na saúde impõem um desafio real ao seu discurso para as eleições de 2026.

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