terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Quadro começa a cristalizar em Pernambuco

 

Foto: Divulgação

Por Edmar Lyra

Apesar de João Campos e Raquel Lyra não circularem pelas ruas de Pernambuco com sua chapa majoritária completa, os últimos acontecimentos praticamente definiram as chapas majoritárias para a disputa deste ano. A decisão da governadora de ofertar as duas vagas à federação, contemplando o PP de Eduardo da Fonte e o União Brasil de Miguel Coelho, praticamente selou a aliança com a União Progressista, uma vez que Eduardo da Fonte já era aliado desde o início do governo e Miguel Coelho declarou voto à governadora no segundo turno de 2022.

No âmbito da Frente Popular, com a ida de Miguel para o palanque de Raquel, o quadro se afunilou para Humberto Costa, já resolvido na chapa, Marília Arraes e Silvio Costa Filho, porém com o veto do PT a Marília, a vaga deve recair sobre o ministro dos Portos e Aeroportos de Lula. Como Marília tende a ser candidata a federal neste contexto e não caberia sua indicação para a vice devido o seu parentesco com João Campos, esta vaga tende a ser destinada a Álvaro Porto ou a alguém da Frente Popular que poderia agregar eleitoral e politicamente.

Raquel, por sua vez, teria Priscila Krause como candidata natural à reeleição de vice, mas também não se descartaria oferecer a vaga a alguém que possa agregar partido ou voto. Por isso, ambos não devem definir seus respectivos vices agora. O fato é que salvo aconteça algum episódio novo, Raquel Lyra, que não tinha nenhum senador competitivo pode ter Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, e João Campos deverá fechar sua chapa com Humberto Costa e Silvio Costa Filho.

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