sábado, 4 de dezembro de 2021

Com federação, Frente Popular pode emplacar pelo menos 15 federais

 

Por Edmar Lyra

Ainda uma incógnita se poderá funcionar para 2022, a federação arquitetada por PT, PSB, PCdoB e talvez PDT e PSOL seria bastante efetiva se porventura fosse colocada em prática. No caso de Pernambuco, a federação, que teria potenciais puxadores de votos como Pedro Campos e Marília Arraes teria condições  de eleger quinze federais e salvar o mandato de quem hoje teria dificuldades de montar chapas proporcionais.

No PSB, nomes como Tadeu Alencar, Milton Coelho, Gonzaga Patriota, Lucas Ramos, Guilherme Uchoa Junior e Clodoaldo Magalhães, ficariam mais à vontade durante a disputa do próximo ano, podendo atrair nomes como Augusto Coutinho, Raul Henry e Sebastião Oliveira, o PDT, por sua vez, teria condições de renovar o mandato dos seus dois deputados, Túlio Gadelha e Wolney Queiroz, o PCdoB poderia reeleger Renildo Calheiros, o PSOL poderia emplacar Dani Portela, e o PT, além de Marília Arraes, tinha condições de emplacar Carlos Veras na reeleição e ter Liana Cirne e Teresa Leitão como nomes competitivos, sendo, portanto, vinte nomes para pelo menos quinze vagas, sendo a chapa mais competitiva de 2022 em Pernambuco.

Em contas preliminares, essa federação seria atrativa e poderia garantir as últimas vagas com algo em torno de 70 mil votos, o que não é nada mal para quem está no mandato e tem mecanismos para ampliar sua votação e garantir a reeleição

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