sábado, 14 de fevereiro de 2026

PRESIDENTE LULA ESQUECEU GARANHUNS: Se a duplicação Lajedo/Garanhuns não sair no seu governo não sai mais, depois dos governos de Dilma, Bolsonaro, Temer, e Lula 8 anos promessa continua e nada de sair nem do papel


É frustrante ver uma obra tão vital para o Agreste pernambucano — e para a economia do Nordeste — presa em promessas que parecem nunca se materializar. A duplicação da BR-423, no trecho entre São Caetano, Lajedo e Garanhuns, é uma novela que já dura décadas e impacta diretamente a segurança e o bolso de quem trafega por ali.


Aqui está um panorama do porquê esse projeto costuma "travar" e como está a situação atual:

O Gargalo da BR-423

A rodovia é o principal corredor de escoamento de laticínios, avicultura e do polo de confecções, além de ser a porta de entrada para o Sertão. O problema de "não sair do papel" geralmente envolve três pilares:

 * Questões Orçamentárias: Como é uma obra federal (DNIT), ela depende de repasses da União. Por anos, o projeto foi fatiado em "lotes", e a falta de verba contínua causou paralisações.

 * Licenciamento Ambiental e Desapropriações: O trecho entre Lajedo e Garanhuns exige desapropriações complexas de terrenos à beira da pista, o que gera batalhas judiciais e lentidão burocrática.

 * Logística de Engenharia: A topografia da região exige correções de traçado para aumentar a segurança, o que encarece o quilômetro rodado.

Situação Atual (O que mudou?)

Recentemente, houve uma movimentação para tentar destravar o Lote 1 (São Caetano a Lajedo) e o Lote 2 (Lajedo a Garanhuns).

 * Lote 1: As máquinas chegaram a aparecer no trecho inicial próximo a São Caetano, mas o ritmo muitas vezes é ditado pelo fluxo de caixa do Ministério dos Transportes.

 * Lote 2 (Lajedo - Garanhuns): Este é o trecho mais crítico para quem vive na "Cidade das Flores". O projeto executivo precisa de atualizações constantes para não ficar defasado antes mesmo da licitação final.

Nota de Realidade: Enquanto a duplicação total não vem, o que vemos são operações de "tapa-buraco" que mal dão conta do tráfego pesado de caminhões, transformando a viagem em um teste de paciência e resistência para o motorista.

Como acompanhar ou pressionar?

A pressão política local e a fiscalização através do portal do DNIT e do Ministério dos Transportes são as únicas formas de manter o tema na pauta, especialmente em anos eleitorais, quando as promessas costumam ser renovadas.

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