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| Eduardo da Fonte ao lado de Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) |
Por Ricardo Antunes – O Palácio do Campo das Princesas já trabalha com a possibilidade de o deputado federal Eduardo da Fonte se “bandear” mesmo para compor a chapa de João Campos (PSB) como um dos candidatos ao Senado.
Os dois chegaram, inclusive, a ter um “arranca-rabo” nas negociações para o fechamento da chapa majoritária. Antes disso, houve dois encontros: um em dezembro e outro em janeiro, no Palácio. Era um sábado, mas Dudu enrolou, enrolou e não definiu nada, o que deixou Raquel desconfiada.
“Cada um tem seu jeito, mas estamos tentando apaziguar”, disse um deputado do PP, confirmando que o clima azedou de vez.
Caso faça essa travessia para o grupo de João Campos (PSB), nada indica que ela será digerida tão facilmente pelo seu grupo político. A maioria dos deputados do partido está bem contemplada na administração e orbita pelo campo do centro.
Como fazer essa mudança de rota sem risco? O pessoal de Eduardo da Fonte tem outra lógica. “Quem manda no fundo partidário é Dudu. A governadora vai viabilizar grana para a eleição desses candidatos?”, provoca um interlocutor do manda-chuva do PP.
Não é à toa que o próprio Eduardo da Fonte fez questão de vazar seu recente encontro com o senador Humberto Costa (PT), com uma foto antiga dos dois.
Provocado, esta semana, Humberto disse que tem boa relação com Da Fonte, mas deu o mote: “Não teremos uma candidatura avulsa”, num claro recado a Marília Arraes, que já está tentando uma conversa com a governadora.
Um importante aliado de João Campos confirma que o “namoro” com Dudu existe, mas diz que, até agora, não existe nada fechado. “Todo mundo está conversando com todo mundo. A verdade é essa”, vaticina.
Haja Rivotril e noites de insônia até o dia 4 de abril, minha gente.

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