terça-feira, 27 de janeiro de 2026

João Campos Sem Moral pra falar: Aliados de Raquel mostram contradição do vídeo de Campos e lembram caso do “fura fila”



Aliados de Raquel Lyra rebatem acusações de João Campos com críticas e contradições

Da Redação do Blog – Aliados da governadora Raquel Lyra (PSD) reagiram ao vídeo em que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), acusa o governo estadual de “perseguição política” e passaram a circular nas redes um material apontando o que chamam de contradições no discurso do socialista.

No vídeo editado pela oposição, falas de João Campos são intercaladas com manchetes antigas e recentes envolvendo a gestão municipal. Quando o prefeito afirma “eu não tolero corrupção”, surgem títulos que citam a nomeação de pessoas ligadas a familiares de autoridades que teriam barrado investigações. Já ao defender o papel da imprensa livre, aparecem manchetes sobre mudanças em regras de concurso público e o episódio conhecido como “fura fila”.

O chamado escândalo do “fura-fila” veio à tona após denúncias de que a Prefeitura do Recife teria alterado regras de um concurso público para beneficiar Lucas Vieira Silva, filho de uma procuradora do município. Ele, teria saltado da 63ª para a 1ª colocação após mudanças feitas no processo seletivo, garantindo uma vaga com salário em torno de R$ 30 mil. O caso gerou forte reação política, pedidos de impeachment contra o prefeito João Campos e investigações do Ministério Público, além de decisões judiciais que suspenderam apurações e aumentaram ainda mais a polêmica.

A reação de aliados de Raquel acontece após João Campos acusar o Governo de usar a Polícia Civil de forma política contra o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro.

Braço-direito de João Campos, ele foi alvo de uma investigação preliminar após uma denúncia anônima que apontava o suposto recebimento de propina, o que levou à realização de diligências, incluindo o uso de um veículo oficial da prefeitura. O procedimento acabou sendo arquivado por falta de indícios de crime, segundo a Secretaria de Defesa Social do Governo de Pernambuco

Veja o vídeo

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